Novidades do PIPA

  • Assista à entrevista com a artista Ana Mazzei, indicada ao PIPA 2015

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    Indicada ao PIPA 2014 e 2015, Ana Mazzei concedeu mais uma entrevista exclusiva para o Prêmio. Neste vídeo Mazzei conta como foi a produção de “Speech about the site”, mostra que realizou na Espanha e cujas obras foram produzidas pela artista com os materiais disponíveis na região. “Eu estava pesquisando uma série de coisas que fazem referência ao olhar pro céu, ou olhar pra cima. Toda a exposição gira em torno desse movimento de cabeça”. Fala ainda sobre a obra “Garabandal”, que é o nome de uma vila no interior da Espanha onde há relatos de episódios de mulheres caindo em êxtase religioso ao terem contato com a imagem da Nossa Senhora. “Eu queria fazer um objeto para que a pessoa que sentasse ficasse nessa posição de êxtase religioso (…) é uma posição que se repete, que foi estudada dentro da psicanálise e da psiquiatria como sendo uma posição relacionada a um histerismo, uma situação de um descontrole psíquico”. Assista ao vídeo.

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  • Novos vídeos exclusivos | Assista às entrevistas com artistas indicados ao PIPA 2015

    videos

    Quatro novos vídeos foram lançados esta semana. Em sua entrevista, Fernando Lindote conta que aos 13 anos começou a desenhar cartum para um jornal local, fala de como seu trabalho foi se transformando ao longo dos anos e da sua relação com a pintura e o desenho. Gustavo Von Ha conta sobre a produção de trailers em que “divulga” filmes inexistentes e fala de séries em que reproduz imagens de artistas importantes da História da Arte brasileira. Lucia Laguna relata que começou a pintar aos 54 anos e que suas principais temáticas estão no entorno, sua casa, seu ateliê, o jardim. Raïssa de Góes conta que há seis anos trabalha com a temática do esquecimento e que é esse o tema do doutorado que está fazendo na França. Assista aos vídeos para saber mais sobre os artistas.

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  • Fernando Lindote indicado ao PIPA 2015 | Assista à entrevista

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    Ao longo de sua carreira Fernando Lindote realizou diversas instalações, performances, pintura, fotografia, vídeo, desenho e escultura para espaços institucionais e urbanos. Neste vídeo Lindote, que cresceu em Santana do Livramento, na fronteira com o Uruguai, relata que aos 13 anos começou a desenhar cartum para um jornal local. “Fazer cartum naquele momento era exercitar um tipo de opinião no jornalismo dentro da situação da ditadura. O que não ia para o editorial era possível fazer através do cartum ou do quadrinho.” O artista fala ainda de como seu trabalho foi se transformando a partir de suas reflexões, do espaço que usa como ateliê e que fica ao lado de sua casa e da sua relação com a pintura e o desenho. Assista ao vídeo.

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  • Da França, Raïssa de Góes fala com exclusividade para o PIPA

    RG

    O trabalho de Raïssa de Góes é voltado para a pesquisa da ligação entre imagem e palavra. Trabalhando há seis anos com a temática do esquecimento, a artista – que está na França fazendo doutorado sobre o tema – fala ao PIPA pela primeira vez. Góes fala sobre as obras “Desaparecidos” (2011), em que trabalha com projeção de negativos das fotos de desaparecidos políticos do Brasil durante a ditadura, e “Diário” (2007 – 2011), primeira obra desenvolvida pela artista com o tema do esquecimento, na qual transferiu para uma fita corretora todas as letras do diário de Katherine Mansfield, escritora neozelandesa que viveu entre 1888 e 1923. “As páginas do livro não ficaram totalmente em branco, elas ficaram com o vazio da letra (…) as palavras continuam como vazios. (…) Eu consegui perceber que mesmo quando se opera o apagamento do esquecimento, ainda resta escrita. E é isso que eu tenho perseguido: ou uma escrita que seja imagem, ou que seja texto mesmo.” Assista ao vídeo.

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  • Lucia Laguna participa do PIPA pela segunda vez e concede entrevista inédita

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    Quatro anos após a primeira indicação e conceder sua primeira entrevista ao Prêmio, a artista e professora de Literatura Brasileira, Portuguesa e Latina, Lucia Laguna, fala novamente com exclusividade para o PIPA. Neste vídeo, ela conta como começou a pintar aos 54 anos e como acontece a construção de suas obras que são iniciadas a partir de exercícios propostos aos seus assistentes. Laguna relata que suas principais temáticas são o seu entorno, o subúrbio do Rio de Janeiro, sua casa, seu ateliê, o jardim e a paisagem de sua janela. Assista ao vídeo.

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  • Berna Reale concorre a premiação que contempla mulheres de destaque na luta contra o preconceito

    BR

    A artista é uma das artistas indicadas ao Prêmio Claudia, que reconhece e recompensa o trabalho transformador de algumas mulheres brasileiras. São vinte e uma mulheres, distribuídas por sete categorias. Berna Reale está indicada na categoria Cultura ao lado da cineasta Juliana Vicente e da pesquisadora Renata Meirelles. Na página de votação – que é aberta ao público e acontece na internet – Reale é descrita como uma mulher doce, cujo trabalho é impactante e às vezes chocante. “Erra quem a define apenas como artista plástica. O trabalho da paraense extrapola os limites do título. Berna faz performance, instalações, fotografias e vídeos, sim, mas não se restringe às manifestações visuais. Ela tempera tudo com dramaturgia e recheia de crítica social.” Saiba mais e veja como votar.

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Agenda da Semana

  • Programação de 5 a 10 de julho

    Marcelo Moscheta está em cartaz em Curitiba com a mostra “Carbono 14″, que tem curadoria de Paulo Miyada. No Rio de Janeiro, foi aberta esta semana a exposição “Verdades que Habitam em Coisas que Restam”, individual de Tinho. Em Nova York, Adriano Costa, Erika Verzutti, Marcius Galan e Rodrigo Matheus estão ao lado de nomes como Amílcar de Castro, Antonio Dias, Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape, Mira Schendel, Raymundo Colares, Tunga e Waltercio Caldas, na mostra “Empty House”. Acesse a agenda, veja ainda a programação completa do MAM-Rio para julho e programe sua semana.


Circuito

  • Últimos dias | “Alistamento”, mostra individual de Éder Oliveira

    (Belém, PA) Para a curadora Marta Mestre, “a exposição ‘Alistamento’ assume um magnífico efeito de espelho antropológico que, sob o véu de falar dos outros (soldados), deixa passar observações sobre nós, sobre a nossa cultura, os nossos valores e atitudes. E de um modo simples colocou em evidência o quanto toda a imagem é sempre a imagem de um outro, sendo a experiência de alteridade algo que nos é constituinte, e capaz de uma reformulação constante dos termos em que nos definimos”.

  • Em cartaz | Rogério Duarte tem cerca de 70 obras expostas no MAM-Rio

    (Rio de Janeiro, RJ) “Marginália 1″ é uma mostra retrospectiva do artista gráfico, músico, compositor e poeta, nascido na Bahia em 1939. Entre as cerca de 70 obras, estão capas de discos, publicações e cartazes, incluindo trabalhos inéditos e objetos pessoais, como notas, esboços, rabiscos, fotos, vídeos, estudos, poemas e pedras, para que o público aprecie de perto o rico universo criativo do artista.

  • Artistas expõem obras inéditas, feitas para a mostra “Força na Peruca” | Participação de Toz

    (Rio de Janeiro, RJ) Onze artistas de renome e um coletivo, de diversas formações, áreas de atuação e estilos trazem suas obras em torno do tema cabelos e perucas, criadas especialmente para a mostra. Resgatando a autoestima de muitos pacientes, a peruca ganha “uma nova dimensão humanitária, dentro de um espírito de superação, solidariedade, alegria e vontade de viver”, como define a jornalista Christina Martins, idealizadora e produtora da mostra.

  • Abertura | “Resonancias”, mostra colaborativa entre Ding Musa e Iñaki Domingo

    (Madri, Espanha) Através do diálogo entre os dois artistas, compartilharam suas pesquisas e preocupações – culminando nesta exposição, onde apresentam o resultado da colaboração pela primeira vez. Entre as características que Musa e Domingo dividem com sua geração artística, estão a abordagem da fotografia de uma perspectiva que assume a prática tradicional, mas que também tenta expandir-la.

  • Técnicas híbridas de Bruno Miguel estão expostas em “Sientase en casa”

    (Bogotá, Colômbia) A pesquisa do artista carioca gira em torno da pintura de paisagem, sobre o tempo da e na paisagem pensado a partir de possíveis construções e representações da mesma. Utilizando para isso um pensamento pictórico como ponto de partida e agregando a ele referências pessoais, a história da arte, mídias e cultura popular.

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