Novidades do PIPA

  • Entrevista com Bruno Schultze, artista indicado

    “Meu trabalho deriva da minha vida, ele é uma continuidade. Eu não tenho um próximo trabalho, ele deriva do último”. Assim o fotógrafo Bruno Schultze começa a responder à pergunta da crítica e curadora Alejandra Muñoz: “Em geral na sua atividade, como começa um novo projeto artístico?”
    Nascido em Stuttgart mas criado em São Paulo, Schultze conta um pouco sobre sua trajetória artística: “Depois de anos na Alemanha, começou a bater uma saudade muito grande do Brasil e eu acabei voltando”.
    Assista ao vídeo.

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  • Exposição PIPA 2014 | Assista ao vídeo da montagem

    Está em cartaz no MAM-Rio a mostra do PIPA 2014, com os trabalhos dos quatro finalistas: Alice Miceli, Daniel Steegmann Mangrané, Thiago Martins de Melo e Wagner Malta Tavares. Durante a semana que antecedeu a abertura da exposição, os quatro finalistas estiveram no Museu montando seus trabalhos. Eles conversaram com a equipe da Matrioska Filmes que elaborou um vídeo exclusivo para o PIPA. Assista ao vídeo.

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  • Mostra PIPA 2014 | Veja como foi a abertura e saiba mais sobre os trabalhos expostos pelos finalistas

    A exposição do PIPA 2014 foi aberta ao público no último sábado, dia 6 de setembro. Veja algumas fotos do evento e saiba um pouco mais sobre as obras que cada um dos finalistas está exibindo na mostra. Além dos espaços ocupados pelos artistas, a mostra conta ainda com um área de convivência onde é possível, dentre outras coisas, votar no seu artista favorito na categoria PIPA Voto Popular Exposição. O artista mais votado pelo público receberá um prêmio no valor de R$20 mil. Veja como foi a abertura, visite a mostra e vote no seu artista favorito.

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  • Assista às entrevistas da semana: Felipe Prando, Tamara Andrade e Willian Santos

    Felipe Prando é do interior do Paraná e atualmente mora em Curitiba. Realiza exposições de trabalhos artísticos desde 2005 já tendo exposto em várias cidades brasileiras, na Argentina, Chile, Bolívia, Peru, Venezuela e Bélgica.
    A curadora Daniela Labra pergunta ao artista: “Qual a principal carência que você observa no meio da arte contemporânea brasileira?”
    Prando pondera que no Brasil não existe um meio de arte contemporânea, e sim contextos variados do que se pode chamar de meio de arte contemporânea. “Pensar desse modo é algo que me interessa muito porque é um ponto de partida de elaboração dos meus trabalhos.”
    Tamara Andrade vive e trabalha em São José dos Campos, sua cidade natal. O curitibano Willian Santos diz que sua pesquisa é movediça, em constante trânsito. Ambos respondem à pergunta da crítica e curadora Alejandra Muñoz: “Em geral, na sua atividade, como começa um novo projeto artístico?”
    Tamara responde que seu processo de trabalho é muito caótico e que por isso é difícil trabalhar com um projeto, uma ideia pré-concebida e depois ter que escrever sobre isso. Ela exemplifica com a série “Mergulhadores”, em que a artista demonstra seu interesse sobre o corpo humano como organismo.
    Já Willian começa dizendo que pesquisa por imagens na internet, onde nunca se sabe onde os links vão levar. “Transformar o virtual em palpável é algo que muito me interessa”, conta o artista.
    Assista aos vídeos.

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  • Vídeo entrevista com Felipe Prando

    Felipe Prando é do interior do Paraná e atualmente mora em Curitiba. Realiza exposições de trabalhos artísticos desde 2005 já tendo exposto em várias cidades brasileiras, na Argentina, Chile, Bolívia, Peru, Venezuela e Bélgica.
    A curadora Daniela Labra pergunta ao artista “Qual a principal carência que você observa no meio da arte contemporânea brasileira?”
    Prando pondera que no Brasil não existe um meio de arte contemporânea, e sim contextos variados do que se pode chamar de meio de arte contemporânea. “Pensar desse modo é algo que me interessa muito porque é um ponto de partida de elaboração dos meus trabalhos.”
    Assista ao vídeo.

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  • Tamara Andrade | Vídeo-entrevista exclusiva

    Tamara Andrade vive e trabalha em São José dos Campos, sua cidade natal. A crítica e curadora Alejandra Muñoz pergunta à artista, “Em geral, na sua atividade, como começa um novo projeto artístico?”
    Tamara responde que seu processo de trabalho é muito caótico e que por isso é difícil trabalhar com um projeto, uma ideia pré-concebida e depois ter que escrever sobre isso. Ela exemplifica com a série “Mergulhadores”, em que a artista demonstra seu interesse sobre o corpo humano como organismo.
    Para criar a série, Tamara visitou um museu de anatomia e reuniu diversas referências: “de repente tudo se encaixa, tudo faz sentido”. Ela também explica que o projeto começou com desenhos em um caderno, o que ela chama de “um ateliê dentro de um ateliê”.
    Assista ao vídeo.

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Agenda da Semana

  • Programação de 13 a 19 de setembro

    Acesse a agenda, confira os eventos ligados aos artistas indicados ao PIPA, ao MAM-Rio e demais envolvidos com o Prêmio, que estão acontecendo ao redor do Brasil e do mundo, e programe sua semana.


Circuito

  • Fotografias, esculturas e instalação compõem individual de Cristiano Lenhardt

    (São Paulo, SP) “Litomorfose”, série fotográfica homônima à exposição, consistem em três fotografias em que o artista aparece vestido com trajes escultóricos de papel. Em “Radiadores”, seis radiadores de carro usados com molduras metálicas são sobrepostos e encostados na parede. Outro projeto desenvolvido exclusivamente para a mostra são as esculturas de televisores recobertas com fita isolante.

  • Henrique Oliveira apresenta escultura “Momento fecundo” na França

    (Chaumont-sur-Loire, França) Henrique Oliveira escolheu um dos celeiros do Domaine de Chaumont-sur-Loire para erguer um trabalho híbrido, quase vivo, que parece literalmente se levantar das paredes de pedra. Ele desenhou uma espiral se enrolando pelas vigas e escadarias como uma grande serpente ou raiz que estava enterrada por décadas e de repente começou a crescer impulsivamente, fora de controle.

  • Mostra coletiva aborda a urbanização cíclica de São Paulo

    (São Paulo, SP) O desenvolvimento urbano de São Paulo é pautado por ciclos de construção, demolição e construção, afetando o modo como a cidade lida com sua memória. Esta dinâmica de ocupação do solo revela a maneira com que São Paulo lida com seu passado e como constrói suas narrativas históricas, evidenciado as forças de poder que moldam o tecido urbano e social da cidade. “Taipa-Tapume” pretende investigar esse desenvolvimento, através de obras de artistas como Alexandre Brandão, Ana Mazzei, Beto Shwafaty, Hector Zamora, Lais Myrrha, dentre outros.

  • Agnaldo Farias é curador da mostra Programa Bolsa Pampulha

    (Belo Horizonte, MG) A exposição ocupa diversos espaços do MAP: salão nobre, mezanino, sala multiuso e área externa. São obras de varias linguagens diferentes, entre elas desenho, pintura, instalação, vídeos e intervenções urbanas. “Esta exposição mostra o resultado da experiência que o programa proporcionou aos residentes”, diz a gestora Michelle Mafra.

  • “Singularidades/Anotações” revisita a trajetória de 35 artistas brasileiros

    (São Paulo, SP) Os curadores afirmam que fizeram o exercício de “procurar sentidos para a produção artística brasileira com ele [o programa Rumos] envolvida e de pensá-la como conjunto, guardando todas as diferenças entre os artistas, as obras e as diversas curadorias”. Berna Reale, Luiz Roque, Marcelo Moscheta, Rommulo Conceição, Sofia Borges e Tatiana Blass estão entre os artistas em cartaz.

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