Novidades do PIPA

  • Entrevista com artistas indicados | Conheça Juan Parada

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    Indicado ao PIPA este ano pela primeira vez, Juan Parada trabalha com instalações, esculturas, intervenções urbanas e inserções espaciais. O artista desenvolve pesquisas sobre tridimensionalidade, relações de tempo-espaço e diálogos arquitetônicos. Nesta entrevista – concedida com exclusividade para o PIPA – Parada fala da sua coleção de suculentas, do seu trabalho com plantas e cerâmica “é uma apreensão do que acontece no natural, só que eu encapsulo isso naquele objeto que eu criei e viro de ponta cabeça.” Assista ao vídeo, saiba mais e veja o ateliê do artista.

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  • Arthur Scovino | Entrevistas com artistas indicados

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    Natural de São Gonçalo, no estado do Rio de Janeiro, Arthur Scovino – que foi indicado ao PIPA pela primeira vez em 2014 e volta a ser indicado este ano – se mudou para Salvador, na Bahia, em 2009 para “pesquisar e viver arte intensamente, como uma residência artística na Bahia, só que real, sem planos para voltar ao Rio de Janeiro”. Essa história o artista contou na entrevista de 2014. Agora, em sua segunda entrevista para o Prêmio, Scovino fala da continuidade de sua obra, que se manifesta principalmente através de performance e fotografia. O artista – que cria borboletas em sua casa – conta sobre seus estudos e sobre uma série de performance pensada para ser feita em borboletários “É um lugar mágico (…) as borboletas estão voando à sua volta, o tempo todo, são várias espécies reunidas ali, e um público que não é um público de arte contemporânea”. Assista aos dois vídeos.

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  • Novo vídeo com artista indicado em 2015 | Gisele Camargo

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    A carioca Gisele Camargo foi indicada ao PIPA em 2012, 2013, 2014 e 2015. Esta é a terceira entrevista exclusiva que a artista concede ao Prêmio. Nela, Gisele fala de seu recente trabalho com colagens – que desenvolve em paralelo ao seu trabalho com pintura – em que utiliza fotografias e cadernos antigos. Fazendo quatro colagens por dia, durante um ano, a artista pretende um dia expor as 1460 que serão resultado desse processo, sendo cada colagem relacionada a uma frase. Veja a entrevista e acesse a página da artista para saber mais sobre sua carreira e obra.

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  • Membro do Comitê de Indicação na 1ª edição do PIPA, Luiz Braga volta como artista indicado em 2015

    “Banhista”, 1996, pigmento sobre papel fotográfico de algodão, 100x100 cm

    Luiz Braga iniciou na fotografia aos 11 anos. Até 1981, fotografava principalmente em preto e branco. Após essa fase, descobre as cores vibrantes da visualidade popular amazônica e, convidado pela Funarte, viaja pela região aprofundando seu trabalho. Sua abordagem ímpar passa ao largo das visões estereotipadas e superficiais sobre a Amazônia e junto com o domínio da cor o transformaram em referência na fotografia brasileira contemporânea. Em 2009, foi um dos representantes do Brasil na 53ª Bienal de Veneza, na Itália. Membro do Comitê de Indicação – órgão responsável por indicar artistas ao PIPA – logo na primeira edição do Prêmio, Braga participa agora como artista indicado. Acesse sua página recém-criada para saber mais sobre a carreira e ver outras obras do artista.

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  • Após ser personagem de vídeo espacial gravado pelo PIPA em 2012, Joana Cesar participa do Prêmio como artista indicada em 2015

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    Joana Cesar cursou filosofia, jornalismo e cinema, fazendo, paralelamente, diversos cursos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. O desenvolvimento de seu trabalho em ateliê a levou, em 2003, para as ruas da cidade, onde passa a usar muros, calçadas, postes e viadutos como suporte para sua escrita em código, inventada na infância. Em 2012, Joana foi convidada a dar depoimento sobre seu trabalho para o site do PIPA. O vídeo – da série de especial do Prêmio – contava como a artista usava os muros da cidade como um diário secreto, repleto de histórias íntimas, e sobre como seu trabalho foi afetado depois do código ser descoberto. Este ano Joana foi indicada e concorre ao PIPA pela primeira vez. Sua página acaba de ser criada com imagens de suas obras e uma biografia sobre sua carreira. Assista ao vídeo e acesse a página da artista.

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  • Veja as páginas atualizadas esta semana e conheça o trabalho dos artistas indicados

    “Lady Incentivo: Novas formas de amar e de gravar CD”, capa do CD gravado ao vivo na Mobile Radio, 20', 30ª Bienal de São Paulo, SP, 2012, foto de Bia Ferrer

    Todos os artistas que participam do PIPA, em qualquer edição, têm direito a uma página no site do Prêmio para divulgação do seu trabalho. Ao longo de todo o mês os artistas indicados em 2015 estão tendo suas páginas criadas. Eles podem enviar todo o tipo de material, como fotos, textos críticos sobre seus trabalhos, vídeos, etc. Esta semana os seguintes artistas tiveram suas páginas atualizadas com imagens de trabalhos, informações sobre suas carreiras e outros dados: Adriano Amaral, Éder Oliveira, Fabiana Falheiros, Fernando Piola, Gabriel Giucci e Luiz Mauro. Acesse as páginas e conheça melhor estes artistas.

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Agenda da Semana

  • Programação de 19 a 22 de maio

    Acesse a agenda, confira os eventos ligados aos artistas indicados ao PIPA, ao MAM-Rio e demais envolvidos com o Prêmio, que estão acontecendo ao redor do Brasil e do mundo, e programe sua semana.


Circuito

  • Chiara Banfi apresenta show de “Dissonâmbulos”

    (Rio de Janeiro, RJ) Somente amanhã em sua mostra individual “Fiume Achates”, a artista realiza um show com os músicos Domenico Lancellotti e Bruno de Lullo. Juntos eles formam a banda “Dissonambulos” que tem como principal objetivo explorar as diversas sonoridades que saem das esculturas sonoras criadas pela artista, permeando a apresentação com algumas canções que surgem e desaparecem nas ondas do som.

  • André Griffo apresenta nova individual “Predileção pela Alegoria”

    (Rio de Janeiro, RJ) Como parte do Circuito Integrado de Galerias de Arte, André Griffo apresenta nova exposição, com texto assinado por Ivair Reinaldim. “Mais do que o título de uma das pinturas apresentadas, podemos argumentar que “Predileção pela Alegoria” sintetiza a atitude artística de André Griffo em relação ao conjunto de trabalhos que vem desenvolvendo. Embasado na noção e na prática alegórica, Griffo não deixa de explicitar sua afinidade eletiva por esse conceito-chave, importante porta de entrada para a compreensão de alguns de seus procedimentos bem como de certos elementos visuais presentes em sua produção.”

  • Abertura | “Uma diva, uma louca, uma macumbeira, meu deus ela é demais!”, individual de Camila Soato

    (Rio de Janeiro, RJ) A artista brasiliense Camila Soato abre exposição individual, “Uma diva, uma louca, uma macumbeira, meu deus ela é demais!”, apresentando 50 pinturas inéditas em tamanhos variados, nas quais cenas esdrúxulas tiram o véu do nonsense político e social em que vivemos. Com uma narrativa maliciosa e inusitada, Camila penetra na complexidade do que parece banal. Escracha para desmascarar contradições morais através de cenas corriqueiras.

  • Abertura | “Lona”, individual de Gustavo Speridião

    (Rio de Janeiro, RJ) O título da exposição é extraído do suporte utilizado, lona de algodão, e as pinturas estarão expostas sem chassi, presas diretamente na parede, “em uma montagem simples”, conta o artista. Esta série de lonas é um desenvolvimento do trabalho de Gustavo Speridião, que tem como foco a pintura e a política, “explorar o plano pictórico e questões políticas, utilizando tinta, carvão e colagens (palavras, abstrações e cartazes)”. O artista fez uma colagem nas lonas com material gráfico coletado entre 2007 e 2014 em vários países, como Brasil, Bolívia, Portugal, Espanha, México, França, Grécia, Rússia e Turquia. “São cartazes de rua, políticos, de movimentos sociais”. “Este material ilustra o início da crise econômica mundial de 2008, e seus desdobramentos políticos”, diz.

  • Carla Zaccagnini realiza leitura sobre pesquisa em andamento

    (Malmö, Suécia) O livro “Brasil: País do Futuro” exalta a notória imensidão do território do país e seus recursos naturais, mas também enaltece as supostas características de seus habitantes que, ‘diante da deprimente e imperceptível influência do tempo, desenvolvem menos força impulsiva, menor veemência, menor dinamismo…’. Essa falta de potência criada pelo calor parece estar onde a promessa da ‘futura civilização’ vive, onde a humanidade viverá em paz por uma dissolução natural de forças, e não por uma resolução forçada de injustiças. A artista Carla Zaccagnini apresenta neste fim de semana pesquisa em andamento sobre o livro e o contexto em que foi publicado em leitura especial.

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