“A Mão no Fogo”, 2015, concreto, correntes, recortes de jornal e velas, detalhe da instalação na exposição “Quarta Feira de Cinzas”, Parque Lage, Rio de Janeiro, RJ

Matheus Rocha Pitta

Tiradentes, MG, 1980.
Vive e trabalha no Rio de Janeiro, RJ.

Representado por Galeria Athena Contemporânea e Sprovieri.

Indicado ao PIPA em 2011, 2013 e 2016.
Finalista do PIPA 2012.

Em período curto de tempo e por meio de projetos diversos, Matheus Rocha Pitta sedimentou interesses e estratégias que permitem identificar, em uma obra que se adensa a cada novo trabalho, enunciado crítico sobre os mecanismos de troca que regem a vida comum. Move o artista, em particular, a vontade de explorar e expor a mercadoria – coisa qualquer que o trabalho humano produz e pela qual existe inequívoco desejo de posse – como índice de paradoxos que tais intercâmbios encerram ou engendram. Sem apelar para enunciados discursivos de disciplinas que tomam a mercadoria como objeto de investigação frequente (economia, filosofia, política), articula objetos e imagens que inventa para gerar conhecimento que não cabe naqueles campos de estudo.

Dentre suas exposições individuais destacam-se, em 2016, “Golpe de Graça”, Casa França Brasil, Rio de Janeiro, RJ, em 2015, “No Hay Pan”, Gluck 50, Milão, Itália, “Fountain for the Unknown Protester”, Dalston Street Market, Londres, Inglaterra, em 2012, “Giudizio Universale”, Solo Project Artissima, Turim, Itália e em 2011 “Provisional Heritage”, na galeria Sprovieri, Londres, Inglaterra. Dentre os prêmios e bolsas destacam- se Kunstlerhaus Bethanien, residencia de um ano em Berlim, Alemanha (2016/17), The Politics of Food, Delfina Foundation, Londres, Inglaterra (2015), Bolsa Matadero EL Ranchito, Madri, Espanha (2014), e o 1º Lugar na categoria fotografia do I Concurso de Arte Contemporânea do Itamaraty, Brasília, DF (2011).

Vídeo produzido pela Matrioska Filmes, exclusivamente para o PIPA 2011:




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