Instalação inédita de Damián Ortega ocupa o MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição será uma grande instalação inédita no salão monumental. Um grande cubo de isopor de cerca de 6 m, será transformado durante o período da exposição por um grupo de escultores anônimos brasileiros que originalmente trabalham para o carnaval. Todos os dias eles irão retirar pedaços deste cubo para fazer esculturas que juntas funcionarão como uma espécie de inventário da escultura. O trabalho de Damián Ortega explora situações econômicas, estéticas e culturais específicas e em particular como a cultura regional afeta o consumo. Suas construções fictícias transmitem uma ilusão baseada na forma.

“Ações, estratégias e situações…” propõe novo olhar aos diferentes tipos de acervo do MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) “Ações, estratégias e situações…” reúne histórias da arte brasileira e estrangeira que, segundo o artista argentino Luis Camnitzer, devem ser medidas com relógios diferentes, embora tenham em comum a mesma emergência relativamente à modificação dos lugares tradicionais da arte. A mostra, com curadoria de Marta Mestre, propõe reforçar as diversas formas de enunciação da arte para além dos suportes tradicionais (pintura, escultura, etc.), testemunhando o comprometimento do MAM com propostas experimentais a partir dos anos 60.

Performances ao vivo integram a mostra “Ver e Ser Visto”

(Rio de Janeiro, RJ) “Ver e ser visto” é uma exposição que olha as coleções do MAM tendo como princípio norteador a ideia de que todo trabalho de arte é construído em torno do vazio: é nessa espécie de contorno de um espaço aberto que “a coisa” deve advir. Dito de outro modo, toda experiência estética éa de remissão ao objeto perdido e, por isso mesmo, incessantemente buscado por cada um de nós. Hoje, 18 de abril, performances ao vivo de Tiago Rivaldo, Raphael Couto, Daniel Toledo e Ana Hupe integrarão a mostra.

Veja a programação completa do MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) Recém-inaugurada, a mostra “O Fim da Matéria”, de Damián Ortega, conta com uma grande instalação inédita que ocupa o salão monumental do Museu carioca. “O artista altera, decompõe e transforma os objetos, revelando seus componentes implícitos e simbólicos e criando formas híbridas. Em paralelo, conduz uma investigação sobre formas escultóricas fundamentais, como o cubo minimalista construído com materiais banais ou mesmo desconstruído ou deformado.” – explica o curador do MAM-Rio, Luiz Camillo Osorio. Veja esta e outras exposições em cartaz, além da programação educativa e da cinemateca do Museu, que exibe filmes do cinema novo alemão durante o final de semana.

“Poucas e boas…!” traz obras da coleção internacional do MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) A coleção de um museu é seu esqueleto, sobre ela o museu se sustenta, se mantém de pé. A coleção do MAM desde o início teve um perfil internacional. No Brasil, apesar de sua preocupação com a identidade brasileira, no fundo o que se pretendia, a partir daí, de uma mítica brasilidade, era a participação no concerto das nações civilizadas – como dizia Mário de Andrade. O MAM, criado no final da década de 1940, partilhou de um momento especial da cultura brasileira, quando essa abertura cosmopolita foi determinante.

Abertura | “Ver e Ser Visto” no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) “Ver e ser visto” é uma exposição que olha as coleções do MAM tendo como princípio norteador a ideia de que todo trabalho de arte é construído em torno do vazio: é nessa espécie de contorno de um espaço aberto que “a coisa” deve advir. Dito de outro modo, toda experiência estética é a de remissão ao objeto perdido e, por isso mesmo, incessantemente buscado por cada um de nós.

“O Fim da Matéria – Damián Ortega” no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) Damián Ortega transita entre suportes variados, discutindo os limites da criação artística ao subverter os significados e funções de objetos cotidianos como tijolos, cadeiras, relógios ou carros. O artista altera, decompõe e transforma os objetos, revelando seus componentes implícitos e simbólicos e criando formas híbridas. Em paralelo, conduz uma investigação sobre formas escultóricas fundamentais, como o cubo minimalista construído com materiais banais ou mesmo desconstruído ou deformado.

“Ver e ser visto” propõe um novo olhar sobre as coleções do MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) “Ver e ser visto” é uma exposição que olha as coleções do MAM tendo como princípio norteador a ideia de que todo trabalho de arte é construído em torno do vazio: é nessa espécie de contorno de um espaço aberto que “a coisa” deve advir. Dito de outro modo, toda experiência estética é a de remissão ao objeto perdido e, por isso mesmo, incessantemente buscado por cada um de nós.

“O Fim da Matéria”, trabalho inédito de Damián Ortega entra em cartaz no MAM-Rio na próxima semana

(Rio de Janeiro, RJ) Damián Ortega transita entre suportes variados, discutindo os limites da criação artística ao subverter os significados e funções de objetos cotidianos como tijolos, cadeiras, relógios ou carros. O artista altera, decompõe e transforma os objetos, revelando seus componentes implícitos e simbólicos e criando formas híbridas. A exposição será uma grande instalação inédita no salão monumental. Um grande cubo de isopor de cerca de 6 m, será transformado durante o período da exposição por um grupo de escultores anônimos brasileiros que originalmente trabalham para o carnaval.

“Ações, estratégias e situações nas coleções do MAM” tem curadoria de Marta Mestre

(Rio de Janeiro, RJ) Há, nas coleções do MAM-Rio, um foco na produção de artistas que reinterpretaram o lugar da obra (a sua presença artística), no qual o objeto cede a sua relevância à linguagem ou à experiência. Esta exposição dirige-se a essas problemáticas sem pretender cunhar o termo “conceitual” aos artistas aqui reunidos, mas reunindo diversos materiais que questionam algumas noções aceitas e tradicionais do campo da arte. Ações, estratégias e situações…” reúne histórias da arte brasileira e estrangeira que, segundo o artista argentino Luis Camnitzer, devem ser medidas com relógios diferentes, embora tenham em comum a mesma emergência relativamente à modificação dos lugares tradicionais da arte.