MAM-Rio realiza curso “Ver e ser visto” | Inscrições abertas

(Rio de Janeiro, RJ)

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro realiza, entre os dias 20 de setembro e 22 de outubro, o curso “Ver e ser visto”, organizado pelo psicanalista Guilherme Gutman e pelo curador Luiz Camillo Osorio, na Cinemateca do MAM Rio. Em um total de seis aulas, serão abordadas as relações entre arte, imagem e psicanálise.

A cada aula, haverá um professor convidado. A aula inaugural, no dia 20 de setembro, às 16h, será com a artista Rosângela Rennó, com a participação de Guilherme Gutman e de Luiz Camillo Osorio. A entrada neste dia será gratuita. As demais aulas serão às quartas-feiras, às 18h30. As inscrições podem ser feitas de 1º a 19 de setembro de 2014, através do email atendimento@mamrio.org.br. O custo total é de R$120.

No dia 24 de setembro, a aula será com o psicanalista Guilherme Gutman, com o tema “O olho e o olhar”; no dia 1º de outubro, o filósofo e psiquiatra Carlos Eduardo Estellita-Lins fala sobre “A imagem surrealista e a imagem do sonho em Lacan”; no dia 8 de outubro, o médico Marcos André Vieira aborda “Ouvindo imagens: o som que sai da obra”; dia 15 de outubro, “O olhar, a alma e a loucura”, com o filósofo Pedro Duarte e, no dia 22 de outubro, “Imagem, fantasma, presença: espectros cinemáticos”, com o professor de Teoria da Imagem na Escola de Belas Artes da UFRJ, Tadeu Capistrano.

Esta é a terceira edição do curso que estuda as relações entre arte e psicanálise. “Em 2013, nos concentramos sobre a loucura, sobre expressões mais francas de enlouquecimento – as psicoses e a melancolia – já nesta, que é a terceira edição de nosso curso, a loucura se suaviza em formas mais cotidianas, e se centra na dicotomia entre o olho e o olhar”, explicam Guilherme Gutman e Luiz Camillo Osorio.

Sobre as questões que serão abordadas, os organizadores questionam: “A empreitada é complexa, na mesma medida em que é desafiadora. Temos como pano de fundo a cidade em que vivemos, capaz de acolher – quase simultaneamente, com a mesma veracidade e voracidade – agrupamentos de gente dispostos a manifestações de cunho político, mas também outras legiões, que vêm à rua para ‘brincar’ o Carnaval. Que desconcertantes similaridades guardam esses grupos aparentemente tão antagônicos, mas que, como na obra de Helio Oiticica, podem ser tomados como dois cordões que se entrelaçam e que se separam continuamente? Como é observar a cidade e ao mesmo tempo estar nela?” Eles acrescentam que os “pontos de fusão e de cisão do político e do festivo; daquele que olha e daquele que é visto e, por fim, do olho que vê e da fenda da qual emerge a obra nos conduzirão por caminhos que atravessam as cidades e que, mais uma vez, cintilarão coisas que dirão respeito à arte e à loucura”.

Programação:
Dia 20 de setembro, às 16h – Debate com Rosângela Rennó
Entrada franca
Prof. Guilherme Gutman e Luiz Camillo Osorio

Dia 24 de setembro, às 18h30 – O Olho e o Olhar
Prof. Guilherme Gutman

Dia 1º de outubro, às 18h30 – A Imagem Surrealista e a Imagem do Sonho em Lacan
Prof. Carlos Eduardo Estellita-Lins

Dia 8 de outubro, às 18h30 – Ouvindo Imagens: o som que sai da obra
Prof. Marcus André Vieira

Dia 15 de outubro, às 18h30 – O Olhar, a Alma e a Loucura.
Prof. Pedro Duarte

Dia 22 de outubro, às 18h30 – Imagem, fantasma, presença: espectros cinemáticos
Prof. Tadeu Capistrano

Sobre os participantes:
Guilherme Gutman é médico psiquiatra e psicanalista, professor de psicologia da PUC-Rio, mestre e doutor em saúde coletiva pelo Instituto de Medicina Social da UERJ, crítico de arte.

Luiz Camillo Osorio é doutor em filosofia, professor do Departamento de Filosofia da PUC-Rio, conselheiro do PIPA e curador do MAM Rio.

Carlos Eduardo Estellita-Lins é mestre e doutor em filosofia, psicanalista, psiquiatra e pesquisador em saúde mental. Professor da FIOCRUZ (ICICT, RJ e René Rachou, BH). Coordenador e professor do curso: “Cinema etnográfico e pesquisa com imagens na saúde”. Integrante da rede de pesquisa transdisciplinar Nietsche&Gambiarra; autor de “Trocando seis por meia dúzia: Suicídio como emergência no Rio de Janeiro” (Ed. Mauad).

Marcus André Vieira é médico, psicanalista e professor da PUC-Rio; coordenador do Centro de Atendimento Digaí, na favela da Maré; autor, entre outros, de “Restos – uma introdução lacaniana ao objeto da psicanálise” (Contra Capa, 2009) e “A paixão” (Zahar, 2001).

Pedro Duarte é professor de filosofia da UniRio. Doutor e mestre em filosofia pela PUC-Rio, onde é professor colaborador da especialização em Arte e Filosofia. É autor de Estio do tempo: Romantismo e estética moderna (Zahar).

Rosangela Rennó é artista, com intensa pesquisa no campo da fotografia, não só da especificidade da imagem fotográfica mas também de seus suportes físicos, que desdobra em publicações e instalações. Em 1994, participa da 22ª Bienal Internacional de São Paulo com a instalação “Candelária” e, em 2003, participa da Bienal de Veneza.

Tadeu Capistrano é professor de teoria da imagem na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Realizou tese de doutorado sobre cinema, tecnologia e percepção pela UERJ, pesquisou na Universidade de Columbia, em Nova York, onde foi visiting scholar.

Curso “Ver e ser visto”, organizado por Guilherme Gutman e Luiz Camillo Osorio
Inscrições: 1º a 19 de setembro de 2014, pelo e-mail atendimento@mamrio.org.br
Valor total: R$ 120,00


Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Tarifas

Exposições R$14. Ingresso família domingo até 5 pessoas.
Maiores de 60 anos e estudantes R$7
Cinemateca R$7

Gratuidades: Amigos do MAM, crianças até 12 anos e funcionários dos mantenedores e parceiros

Quarta após 15h entrada gratuita mediante senha, distribuída no mesmo dia (a partir de 15h). Estão disponíveis 2000 senhas para cada quarta.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Últimos dias | artevida: política, no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ)

A exposição “artevida” explora a relação entre arte e vida nos anos 1950, 1960, 1970 e início da década de 1980, tendo as práticas de arte brasileiras e, particularmente do Rio de Janeiro, como ponto de partida, como as de Lygia Clark, Hélio Oiticica e Lygia Pape, entre outros. Com curadoria de Adriano Pedrosa e Rodrigo Moura, este projeto foi pensado especialmente para ocupar o Parque Lage, Biblioteca Estadual, Casa França Brasil, e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

“artevida” não tenta escrever uma história única, coerente, nem rastrear genealogias entre artistas, tampouco pretende identificar antecessores e predecessores, e muito menos ser enciclopédica. A mostra se propõe conectar e ler certas práticas artísticas deste período através de conceitos, referências e estruturas diversos, extraindo ligações e correspondência pelas narrativas múltiplas e, desta maneira, desafiar cânones históricos. É uma mostra mais fragmentada do que monolítica, mais provisória do que definitiva. Na busca de narrativas plurais e abertas que desenvolvam diálogos entre obras e documentos, a exposição tem foco em artistas que trabalham no hemisfério sul, bem como em artistas do sexo feminino.

A exposição está dividida em dois segmentos principais:
“artevida: corpo”, na Casa França-Brasil, compreende subseções como o autorretrato, o corte e o corpo em transformação; a linha orgânica e a trama como uma alternativa à ortodoxia da abstração geometria; obras interativas e articuladas, como os “Bichos” de Lygia Clark; e “artevida: política”, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, com trabalhos feitos sob ou em resistência a regimes autoritários e segregacionistas, em torno de temas como racismo e feminismo, democracia e eleições, mapas e bandeiras, guerra e violência, golpes e revoluções.

Além dos dois segmentos acima, o evento tem:
“artevida: biblioteca”, na recém-aberta Biblioteca Parque Estadual, que contará com o arquivo de Paulo Bruscky, com cerca de 60.000 documentos recolhidos pelo artista, baseado em Recife, desde a década de 1960. Este arquivo será ativado através de sua pesquisa e documentação, e diferentes montagens de seleções de seus elementos serão exibidas durante a exposição, e “artevida: parque”, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, terá trabalhos dentro do palacete e ao ar livre. Georges Adéagbo, artista do Benin, apresentará obra comissionada pelo evento, nas Cavalariças.

“artevida” pauta-se na necessidade de oferecer ao público um grande evento de arte contemporânea internacional, marcado por reflexões críticas e investigativas, algo inédito no Estado do Rio de Janeiro. Nesse contexto, o projeto pretende oferecer a primeira articulação em formato de exposição, publicação e um seminário desse dialogo entre a arte dos anos 50, 60 e 70 do Rio de Janeiro e a arte internacional.

Segmentos da mostra:
artevida (corpo) – Casa França Brasil
27 de junho – 21 de setembro, 2014

artevida (biblioteca) – Biblioteca do Estado do Rio de Janeiro
27 de junho – 21 de setembro, 2014 – Paulo Bruscky
21 e 22 de julho – Seminário

artevida (parque) – Escola de Artes Visuais do Parque Lage
27 de junho – 21 de setembro, 2014 – Palacete
19 de julho – 21 de setembro, 2014 – Cavalariças

artevida (política) – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
19 de julho – 21 de setembro, 2014

“artevida: política”
Abertura: 19 de julho das 17h às 19h
Em cartaz até 21 de setembro

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Novas obras da Coleção Chateaubriand expostas no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ)

O MAM-Rio apresenta as Novas Aquisições da Coleção Gilberto Chateaubriand, que ficarão em cartaz no Museu até 16 de novembro.

A coleção Gilberto Chateaubriand, que desde 1993 encontra-se no MAM, possui cerca de 6.400 obras, sendo uma das mais completas coleções de arte brasileira moderna e contemporânea. Já faz parte da programação do MAM a cada dois anos mostrar as Novas Aquisições da coleção Gilberto Chateaubriand, em comodato com o museu desde 1993. Ela é uma oportunidade para o público perceber a vitalidade e a pluralidade intrínsecas ao olhar do principal colecionador brasileiro.

Novas aquisições de 2012, 2013 e 2014 da Coleção Gilberto Chateaubriand
Em cartaz até 16 de novembro

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
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Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Exposição PIPA 2014 | Assista ao vídeo da montagem

A mostra do PIPA 2014 apresenta os trabalhos dos quatro finalistas desta edição: Alice Miceli, Daniel Steegmann Mangrané, Thiago Martins de Melo e Wagner Malta Tavares.

Durante a semana que antecedeu a abertura da exposição, os quatro finalistas estiveram no MAM-Rio montando seus trabalhos. Eles conversaram com a equipe da Matrioska Filmes que elaborou um vídeo exclusivo para o PIPA.

Assista ao vídeo:

Visite a exposição que segue em cartaz até 16 de novembro.
Saiba mais e veja fotos da abertura: clique aqui.

Exposição PIPA 2014, com Alice Miceli, Daniel Steegmann Mangrané, Thiago Martins de Melo e Wagner Malta Tavares
De 6 de setembro a 16 de novembro
Votação no PIPA Voto Popular Exposição de 6 de setembro a 2 de novembro
Anúncio dos vencedores, dia 5 de novembro, aqui no site

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
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Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Tarifas

Exposições R$14. Ingresso família domingo até 5 pessoas.
Maiores de 60 anos e estudantes R$7
Cinemateca R$7

Gratuidades: Amigos do MAM, crianças até 12 anos e funcionários dos mantenedores e parceiros

Quarta após 15h entrada gratuita mediante senha, distribuída no mesmo dia (a partir de 15h). Estão disponíveis 2000 senhas para cada quarta.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

MAM-Rio | Programação da semana

(Rio de Janeiro, RJ)

Novas aquisições 2012-2014
30 agosto – 16 novembro | curadoria Luiz Camilo Osorio e Marta Mestre
Já faz parte da programação do MAM cada dois anos mostrar as novas aquisições da coleção Gilberto Chateaubriand, em comodato com o Museu desde 1993. É uma oportunidade para o público perceber a vitalidade e a pluralidade intrínsecas ao olhar do principal colecionador brasileiro.

Finalistas PIPA 2014
6 setembro – 16 novembro | realização Ip Capital Partners e MAM
Exposição com os finalistas do maior prêmio de arte do Brasil, o PIPA: Alice Miceli, Daniel Steegmann Mangrané, Thiago Martins de Melo e Wagner Malta Tavares.

Vanderlei Lopes – “Grilagem”
6 setembro – 9 novembro | curadoria Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre
São apropriadas cópias em papel de obras de artistas emblemáticos, e colocadas em uma caixa com grilos. Elas sofrem a açnao desta convivência, que produz uma aparência temporal diversa, um “envelhecimento”.

Prêmio Aquisições Marcantonio Vilaça Funarte 2013
Prorrogada até 14 de setembro | curadoria Luiz Camillo Osorio

A coleção do MAM – por intermédio do Prêmio Marcantonio Vilaça, Funarte – receberá este ano obras de Guilherme Dable, Jimson Vilela, João Modé, Luiza Baldan, Carlos Belivacqua, Eduardo Coimbra, Ernesto Neto e Fábio Baroli apresentando um conjunto representativo de obras e artistas que fazem parte da história recente da arte brasileira, complementares à coleção.

artevida: política
19 jul – 21 set 2014 | curadoria Adriano Pedrosa e Rodrigo Moura | produção Tisara

A exposição explora a relação entre arte e vida nos anos 1950, 1960, 1970 e início da década de 1980, tendo as práticas de arte brasileiras e, particularmente, do Rio de Janeiro, como ponto de partida. Além da exposição que acontece no MAM, é ainda dividida em outros segmentos, em diferentes instituições.

Genealogias do Contemporâneo
Coleção Gilberto Chateaubriand MAM

exposição permanente | curadoria Luiz Camillo Osorio

Remodelada em abril de 2013 a exposição é dividida em: Brasil visões e vertigens, Cidade partida, Corpos híbridos, Respirações geométricas e Mergulho na coleção: nesta edição é apresentado um conjunto de trabalhos de Arlindo Daibert.

MAM Sua história, seu patrimônio
exposição permanente | curadoria Elizabeth Catoia Varela

Mostra sobre história e a arquitetura do MAM.
Estão presentes, além da grande maquete do conjunto arquitetônico do Museu, materiais gráficos de diversas épocas.

Educação e arte | Eu, você e o MAM

Programa em família
Dom 15h
Acolhimento de público em geral para visitas ao acervo e às exposições temporárias e desenvolvimento de atividades artístico-educativas nos espaços internos e externos do museu. Livre

Visitas em grupo

- Ter a sex 13h e 15h | Grupos até 40 pessoas
agendamento atendimento@mamrio.org.br
Programa elaborado para o acolhimento de escolas, compreendendo visitas comentadas às exposições, atividades práticas de sensibilização e criação artística.
Voltado para turmas de alunos, ONGs, grupos de educação especial e grupos quetrabalhem com a inclusão social. Livre

- Qua, sáb e dom 16h | Grupos até 20 pessoas
Programa elaborado para grupos espontâneos de visitantes interessados em acompanhamento comentado às exposições do museu. Livre

Cinemateca

MARISTELA FILMES
13 set 2014 | curadoria Gilberto Santeiro
A Cinematográfica Maristela foi uma importante produtora paulista da década de 1950 que chegou a produzir 60 filmes em dez anos. Hoje a Nova Maristela, com patrocínio da Petrobras, está restaurando digitalmente algumas de suas obras.

NOVO OLHAR DO CINEMA AFRICANO
6 – 21 set 2014 | curadoria Gilberto Santeiro
Juntamente com a Cinemateca da Embaixada da França no Brasil, a Embaixada da França no Brasil e o Institut Français, apresentamos uma mostra de filmes africanos contemporâneos. Uma rara oportunidade de conhecer cinematografias tão ausentes de nosso circuito comercial com produções de Burkina Fasso, Mauritânia, África do Sul, Benin, Senegal, Guiné Bissau e Congo.

CALENDÁRIO

sáb 13
16h
Educação e arte Visitas em grupo. Livre
16h Carnaval em lá maior de Adhemar Gonzaga. Brasil, 1955. Com Randal Juliano, Sandra Amaral, Walter D’Ávila. Primeiro filme carnavalesco realizado em São Paulo, com números musicais com Aracy de Almeida, Carmélia Alves, Alvarenga e Ranchinho, Elizete Cardoso, Castatinha e Inhana, e outros. Livre

18h Suzana e o presidente de Rugero Jacobbi. Brasil, 1951. Com Vera Nunes, Orlando Vilar, Arrelia. Interiorana, que acabou de chegar na capital, apaixona-se por jogador de futebol, sem saber que ele é o proprietário da empresa onde trabalha. Livre

dom 14
15h
Educação e arte Programa em família. Livre
16h Educação e arte Visitas em grupo. Livre
16h O Preço do perdão de Mansour Sora Wade. Senegal/França, 2001. Com Alioune Ndiaye, Dienaba Niang, Gora Seck, Hubert Koundé. 90’. Um espesso nevoeiro cobre uma aldeia da costa sul do Senegal, e impede as pirogas de entrar no mar. O velho religioso da aldeia está moribundo e não pode executar os ritos. 14 anos
18h Tasuma, o fogo de Kollo Daniel Sanou. Burkina Fasso, França, 2003. Com Aï Keita, Khalil Raoul Besani, Mamadou Zerbo. Legendas em português. 90’. Sogo Sanon, codinome Tasuma, é um antigo atirador que lutou com o exército francês na Indochina e na Argélia. 14 anos

qua 17
16h
Educação e arte Visitas em grupo. Livre

sex 19
18h30
Si-Gueriki, rainha mãe de Idrissou Mora Kpai. Benin/ França/Alemanha. Legendas em português. 62’. “Meu pai faleceu e com ele parte da minha infância, minhas certezas, minhas crenças e meus sonhos”. Depois de dez anos de ausência, Idrissou Mora Kpai volta ao Benim para rever sua família. 14 anos


Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Tarifas

Exposições R$14. Ingresso família domingo até 5 pessoas.
Maiores de 60 anos e estudantes R$7
Cinemateca R$7

Gratuidades: Amigos do MAM, crianças até 12 anos e funcionários dos mantenedores e parceiros

Quarta após 15h entrada gratuita mediante senha, distribuída no mesmo dia (a partir de 15h). Estão disponíveis 2000 senhas para cada quarta.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

“Mostra carioca: A impureza como mito” em seus últimos dias na capital paraense

(Belém, PA)

O MAM-Rio leva a exposição “Mostra Carioca” ao Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, em Belém, e ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza. “Mostra Carioca: a impureza como mito” tem curadoria de Luiz Camillo Osorio que reúne obras emblemáticas de um conjunto de artistas brasileiros cuja produção vincula-se às especificidades da cena cultural do Rio de Janeiro dos anos 1960 até o presente.

Esta mostra não pretende “tematizar” o Rio, mas revelar o quanto a cidade foi e permanece sendo um espaço ao mesmo tempo caótico e criativo que alimentou uma vontade de arte que combina improvisação e rigor.

Do final do modernismo, passando pelo concretismo, pelo neoconcretismo, pela pop e pelo conceitualismo, e chegando ao momento contemporâneo, uma espécie de “espírito carioca” se deixou insinuar.

Este “espírito” se bifurca, depois do advento da abstração, entre o gesto informal e a estrutura geométrica, a percepção de ritmos gráficos e simbólicos, que se deixam conduzir pelo lirismo interior, e uma via na qual o fazer do corpo (a mão do artista, o olhar do espectador) quer se desdobrar em uma espécie de pulsação do espírito.

A cidade está, obviamente, presente neste recorte. Muitas das imagens que aqui se apresentam dão a ver o espaço da sociabilidade carioca a contrapelo do clichê da “cidade maravilhosa”. Fazem-nos perceber a “Cidade Partida” de Zuenir Ventura, entre o morro e o asfalto, entre o gesto informal e a estrutura geométrica, onde atritos e afetos se complementam e as identidades permanecem em trânsito.

Desta forma, os trabalhos foram escolhidos pela sua capacidade de propor imagens reconfiguradas do Rio de Janeiro e da sua vida urbana enquanto espaço de experiência cultural. Artistas reconhecidos tais como Lygia Clark, Helio Oiticica, Iole Freitas, Raymundo Colares, Antonio Dias, e artistas de uma geração mais nova tais como Adriana Varejão, José Damasceno, Gustavo Speridião, Cabelo, Paula Trope, Marcos Cardoso, entre tantos outros.

O sentido desterritorializado do espírito carioca em que o local e o global alimentam-se de desafios e inquietações comuns permitiu, com naturalidade, incorporar trabalhos do acervo do Museu das Onze Janelas, e fortalecer esta parceria institucional. Seguidamente a exposição viajará para o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Fortaleza), no âmbito da itinerância Petrobras Cultural 2012.

Mostra carioca: “A impureza como mito”, com Gustavo Speridião
Curadoria de Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre
Em cartaz de 26 de julho a 21 de setembro em Belém, PA
De de 8 de outubro a 30 de novembro em Fortaleza, CE

Museu Casa das Onze Janelas
Praça Frei Caetano Brandão, s/n
Cidade Velha
55 91 40098821

Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
Rua Dragão do Mar, 81
Praia de Iracema
(85) 3488-8600

Lançamento do catálogo das exposições de Cabelo e Raul Mourão

(Rio de Janeiro, RJ)

O MAM-Rio realiza esta quinta, das 17h às 22h, o lançamento do catálogo das exposições “Humúsica”, de Cabelo e “Tração Animal”, de Raul Mourão.

Sobre “Humúsica”:
Tudo é húmus (e música). Uma coisa se transforma e se fertiliza na outra. Metamorfose e ruído. Contaminações que fazem um elemento residual se tornar possibilidade plástica. O processo de criação acontece a cada ativação da obra. Nada vem para o espaço expositivo já feito, mas se deixa instalar poética e plasticamente pelas novas relações constituídas em ato. A palavra vira carne e as letras garatujas e desenhos. As imagens não se fixam e o gesto é sangrado e sujo. Lixo e luxo. Natureza e cultura. Terra e pixel.

Sobre “Tração Animal”:
. A escultura sempre foi o ofício de Raul Mourão, mas as imagens e a rua empurravam o fazer escultórico e sua preocupação com o volume e a gravidade para a fluência da vida. As estruturas modulares utilizadas em andaimes são rígidas e utilitárias na sua função cotidiana. Nestes balanços de Mourão, todavia, elas se deixam conquistar pelo movimento, pela articulação lúdica e pela graça de só servirem ao olhar desarmado.

A presença plástica e visual do mundo entra em sua obra não como tema, mas como energia que se infiltra no processo criativo, desdobrando o olhar curioso em estruturas cinéticas, em planos rítmicos, em sombras dançantes.

Lançamento do catálogo das exposições “Humúsica”, de Cabelo, e “Tração Animal”, de Raul Mourão
Arte Clube Jacarandá
Rua Bernardino dos Santos, 2 – Santa Teresa
Quinta-feira 11 de setembro, das 17h às 22h

Em cartaz | “Grilagem”, mostra individual de Vanderlei Lopes

(Rio de Janeiro, RJ)

Vanderlei Lopes está em cartaz no MAM-Rio com a mostra individual “Grilagem”, em que o artista se apropria de cópias de obras de arte emblemáticas, colocando-as em caixas com grilos que causarão nelas uma impressão de envelhecimento.

Termo ligado à apropriação indevida de terras, relacionado à produção criminosa de documentos falsos que permitem o apossamento de propriedades públicas ou de outrém, a “grilagem” é uma operação comum no Brasil. O seu procedimento é “simples”. Basta que sejam colocados grilos numa caixa com o documento que se pretende “grilar”, para que os excrementos desses insetos tornem o papel amarelado e com aparência de antigo, imitando os documentos envelhecidos pela ação do tempo.

A proposta que Vanderlei Lopes apresenta no MAM faz um comentário irônico e crítico ao cerne do ideário desenvolvimentista brasileiro dos “50 anos em 5” do Plano de Metas de Kubitschek. Acelerar o tempo, descolar-se do passado, inventar/falsificar o futuro. Tudo isso perpassa essas “grilagens”.

Aqui, o artista Vanderlei Lopes se propõe literalmente grilar trabalhos contemporâneos daquele momento histórico, hoje cânones de nossa história da arte, a saber: Hélio Oiticica, Lygia Pape, Waldemar Cordeiro, entre outros. Ele produz pequenas alterações nas medidas e na paleta, citando, transformando e, porque não, homenageando nossos heróis concretos e neoconcretos. Como acrescenta o artista: “estes trabalhos são produzidas em guache sobre papel e, quando a original não foi feita em papel, invento que existe um estudo para tal obra”.

“Grilagem” baralha as cartas e volta a dar, em fair play constante com o espetador, novos termos e parâmetros para pensarmos as condições de produção de sentido da história e da arte. A exposição continua com uma pequena pontuação em “Genealogias do contemporâneo/respirações geométricas” (piso 3), sugerindo diálogos com o acervo permanente do MAM.

“Grilagem”, mostra individual por Vanderlei Lopes
Curadoria de Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre
Em cartaz até 9 de novembro


Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Tarifas

Exposições R$14. Ingresso família domingo até 5 pessoas.
Maiores de 60 anos e estudantes R$7
Cinemateca R$7

Gratuidades: Amigos do MAM, crianças até 12 anos e funcionários dos mantenedores e parceiros

Quarta após 15h entrada gratuita mediante senha, distribuída no mesmo dia (a partir de 15h). Estão disponíveis 2000 senhas para cada quarta.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

PIPA 2014 – Exposição dos finalistas | Abertura amanhã

O Instituto IP e o MAM-Rio convidam a todos para a abertura da exposição PIPA 2014 que acontece neste sábado (dia 6), das 15 as 18h. A mostra apresenta os trabalhos dos quatro finalistas desta edição do Prêmio: Alice Miceli, Daniel Steegmann Mangrané, Thiago Martins de Melo e Wagner Malta Tavares.

Os quatro artistas, que já foram indicados em outras edições do Prêmio, possuem linguagens próprias e distintas entre si. Trabalham com suportes variados, contextos e interesses também muito diferentes.

Eles concorrem a duas categorias do PIPA 2014: PIPA, a principal categoria, que premia um artista com R$100 mil (estando incluída neste valor a participação por três meses no programa de residência da Residency Unlimited, em Nova York); e PIPA Voto Popular Exposição, no valor de R$20 mil.

Na categoria PIPA o vencedor é definido pelo Júri de Premiação (a composição do Júri será divulgada em 22 de outubro, aqui no site), já no PIPA Voto Popular Exposição é o público que visita a mostra do Prêmio no MAM-Rio que define o vencedor. Cada visitante recebe uma cédula de votação para eleger o seu artista favorito.

Saiba mais sobre os finalistas e o cada um vai expor no MAM-Rio:

Alice Miceli




Carioca de 34 anos, Alice Miceli é uma artista cosmopolita que se graduou em cinema em Paris, morou em Nova York e tem participado de diversas residências internacionais ao longo de sua carreira.

Ganhou destaque quando apresentou na 9ª Bienal de São Paulo em 2010, imagens feitas na região da explosão do reator de Chernobyl.Através de seu trabalho de fotografia e vídeo a artista explora significados de espaços impenetráveis, seja de zonas de exclusão ou campos minados.

Na exposição dos finalistas, no MAM-Rio, Miceli apresentará trabalhos inéditos de sua nova série sobre campos minados. O espaço de campos-minados é intrigante na medida em que, neles, o que é impenetrável se estabelece na própria profundidade real do espaço a ser atravessado, e representado na imagem. Esta pesquisa explora, desta forma, questões de posicionamento e perspectiva (histórica, espacial, imagética), servindo-se dos componentes físicos e óticos do próprio aparato fotográfico a fim de penetrar nestes espaços onde “posição”, ou seja, onde se pisa, é o elemento mais critico.

Daniel Steegmann Mangrané




Catalão de 37 anos, Daniel vive há bastante tempo no Rio de Janeiro. Seu trabalho se compõe de poéticas sutis e no entanto cruas experimentações que questionam a relação entre a linguagem e o mundo. Embora principalmente conceitual, suas instalações engajam com a imaginação do espectador.

O artista – que participou da 30ª Bienal de São Paulo (2012) e da Bienal do Mercosul de 2013 – utiliza principalmente desenho, fotografia, escultura, instalações e vídeo, trabalhando em colaboração com empresas de tecnologia. Para a mostra do PIPA, o artista fará uma intervenção com “cortinas” inspirada na arquitetura do MAM carioca.

Thiago Martins de Melo



Maranhense de 33 anos, Thiago trabalha predominantemente com pinturas e está atualmente fazendo experimentações com escultura. Suas pinturas figurativas exploram cenas complexas, com cores fortes e personagens por vezes fantasmagóricos ou religiosos numa catarse pictórica.

Participa da Bienal de São Paulo 2014, tem trabalhos em coleções de museus no Brasil e no exterior como na coleção Thyssen-Bornemisza Art Contemporary em Viena. Na exposição do Prêmio IP de Arte, Thiago apresentará duas telas de grandes proporções que representam um imaginário fantasmagórico numa figuração intensa e delirante, e uma escultura – trabalhos semelhantes aos que serão apresentados na Bienal paulista.

Wagner Malta Tavares



O paulistano de 50 anos, WMT (como é também conhecido), faz uso do vídeo, escultura, fotografia, desenho, colagem, performance e instalação para dar vazão a sua poética que consiste, em linhas gerais, em tornar visível aspectos fundamentais que permeiam as relações entre as pessoas e, entre as pessoas e as coisas do mundo, trazendo à experiência sensível aquilo que está latente. Realizou recentemente intervenção no centro de São Paulo e participou de exposição na Áustria.

Na mostra do MAM-Rio mostra o trabalho inédito “Turbulência nos trópicos” , instalação de reflexos, som e estimuladores térmicos explorando assim, mais uma vez, aspectos invisíveis que estimulam a percepção e convidam ao raciocínio.

Exposição PIPA 2014, com Alice Miceli, Daniel Steegmann Mangrané, Thiago Martins de Melo e Wagner Malta Tavares
De 6 de setembro a 16 de novembro
Votação no PIPA Voto Popular Exposição de 6 de setembro a 2 de novembro
Anúncio dos vencedores, dia 5 de novembro, aqui no site

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Tarifas

Exposições R$14. Ingresso família domingo até 5 pessoas.
Maiores de 60 anos e estudantes R$7
Cinemateca R$7

Gratuidades: Amigos do MAM, crianças até 12 anos e funcionários dos mantenedores e parceiros

Quarta após 15h entrada gratuita mediante senha, distribuída no mesmo dia (a partir de 15h). Estão disponíveis 2000 senhas para cada quarta.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Esta semana no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ)

Novas aquisições 2012-2014
30 agosto – 16 novembro | curadoria Luiz Camilo Osorio e Marta Mestre
Já faz parte da programação do MAM cada dois anos mostrar as novas aquisições da coleção Gilberto Chateaubriand, em comodato com o Museu desde 1993. É uma oportunidade para o público perceber a vitalidade e a pluralidade intrínsecas ao olhar do principal colecionador brasileiro.

Finalistas PIPA 2014
6 setembro – 16 novembro | realização Ip Capital Partners e MAM
Exposição com os finalistas do maior prêmio de arte do Brasil, o PIPA: Alice Miceli, Daniel Steegmann Mangrané, Thiago Martins de Melo e Wagner Malta Tavares.

Vanderlei Lopes – “Grilagem”
6 setembro – 9 novembro | curadoria Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre
São apropriadas cópias em papel de obras de artistas emblemáticos, e colocadas em uma caixa com grilos. Elas sofrem a açnao desta convivência, que produz uma aparência temporal diversa, um “envelhecimento”.

Prêmio Aquisições Marcantonio Vilaça Funarte 2013
Prorrogada até 14 de setembro | curadoria Luiz Camillo Osorio

A coleção do MAM – por intermédio do Prêmio Marcantonio Vilaça, Funarte – receberá este ano obras de Guilherme Dable, Jimson Vilela, João Modé, Luiza Baldan, Carlos Belivacqua, Eduardo Coimbra, Ernesto Neto e Fábio Baroli apresentando um conjunto representativo de obras e artistas que fazem parte da história recente da arte brasileira, complementares à coleção.

artevida: política
19 jul – 21 set 2014 | curadoria Adriano Pedrosa e Rodrigo Moura | produção Tisara

A exposição explora a relação entre arte e vida nos anos 1950, 1960, 1970 e início da década de 1980, tendo as práticas de arte brasileiras e, particularmente, do Rio de Janeiro, como ponto de partida. Além da exposição que acontece no MAM, é ainda dividida em outros segmentos, em diferentes instituições.

Genealogias do Contemporâneo
Coleção Gilberto Chateaubriand MAM

exposição permanente | curadoria Luiz Camillo Osorio

Remodelada em abril de 2013 a exposição é dividida em: Brasil visões e vertigens, Cidade partida, Corpos híbridos, Respirações geométricas e Mergulho na coleção: nesta edição é apresentado um conjunto de trabalhos de Arlindo Daibert.

MAM Sua história, seu patrimônio
exposição permanente | curadoria Elizabeth Catoia Varela

Mostra sobre história e a arquitetura do MAM.
Estão presentes, além da grande maquete do conjunto arquitetônico do Museu, materiais gráficos de diversas épocas.

Educação e arte | Eu, você e o MAM

Programa em família
Dom 15h
Acolhimento de público em geral para visitas ao acervo e às exposições temporárias e desenvolvimento de atividades artístico-educativas nos espaços internos e externos do museu. Livre

Visitas em grupo

- Ter a sex 13h e 15h | Grupos até 40 pessoas
agendamento atendimento@mamrio.org.br
Programa elaborado para o acolhimento de escolas, compreendendo visitas comentadas às exposições, atividades práticas de sensibilização e criação artística.
Voltado para turmas de alunos, ONGs, grupos de educação especial e grupos quetrabalhem com a inclusão social. Livre

- Qua, sáb e dom 16h | Grupos até 20 pessoas
Programa elaborado para grupos espontâneos de visitantes interessados em acompanhamento comentado às exposições do museu. Livre

Cinemateca

MARISTELA FILMES
13 set 2014 | curadoria Gilberto Santeiro
A Cinematográfica Maristela foi uma importante produtora paulista da década de 1950 que chegou a produzir 60 filmes em dez anos. Hoje a Nova Maristela, com patrocínio da Petrobras, está restaurando digitalmente algumas de suas obras.

RETROSPECTIVA CINESUL
26 – 28 set 2014 | curadoria Gilberto Santeiro
Damos seguimento à Retrospectiva Cinesul, com seleção de filmes exibidos no Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema nos últimos 20 anos, entre homenagens, filmes premiados e exibições especiais.

NOVO OLHAR DO CINEMA AFRICANO
6 – 21 set 2014 | curadoria Gilberto Santeiro
Juntamente com a Cinemateca da Embaixada da França no Brasil, a Embaixada da França no Brasil e o Institut Français, apresentamos uma mostra de filmes africanos contemporâneos. Uma rara oportunidade de conhecer cinematografias tão ausentes de nosso circuito comercial com produções de Burkina Fasso, Mauritânia, África do Sul, Benin, Senegal, Guiné Bissau e Congo.

CALENDÁRIO

qua 03
16h
Educação e arte Visitas em grupo. Livre

sex 05
18h30
Uma aventura na Martinica de Howard Hawks. EUA, 1944. Com Lauren Bacall, Humphrey Bogart, Walter Brennan. Legendas em português. 100’. Cópia em DVD. Homenagem a Lauren Bacall, atriz recentemente falecida. Filme baseado em Ernest Hemingway. 14 anos

sáb 06
16h
Educação e arte Visitas em grupo. Livre
16h Eu e meu branco de Pierre Yameogo. Burkina Fasso, França, Suécia, 2003. Com Abdoulaye Komboudri, Anne Roussel, Bruno Predebon. Legendas em português. 90’. Cópia em DVD. Mamadi, estudante de Burkina Faso, e Frank, jovem francês, trabalham como vigias da noite num estacionamento e acompanham as idas e vindas, a prostituição e o tráfico de drogas que acontece entre o movimento dos automóveis. 16 anos
18h Heramakono – Esperando a felicidade de Abderrahmane Sissako. Mauritânica/França, 2002. Com Fatimatou Mint Ahmedou, Khatra Ould Abdel Kader, Makanfing Dabo. Legendas em português. 95’. Cópia em DVD. Abdallah encontra sua mãe em Nouadhibou, cidadezinha da costa da Mauritânia, enquanto esperam para viajar para a Europa. Livre

dom 07
15h
Educação e arte Programa em família. Livre
16h Educação e arte Visitas em grupo. Livre
16h Madame Brouette de Moussa Sene Absa. Senegal/França/Canadá, 2002. Com Aboubacar Sadick Bâ, Akéla Sagna, Kadiatou Sy. Legendas em português. 104’. Cópia em DVD. A vida de uma pobre mulher senegalesa. 14 anos
18h Nha fala de Flora Gomes. Guiné
Bissau/França/Luxemburgo/Portugal, 2002. Com Ângelo Torres, Bia Gomes,
Danielle Evenou, Fatou Ndiaye. 90’.
“Em África diz-se que nada funciona. Quis mostrar qualquer coisa que mexesse, a música, e render homenagem a todos os músicos sobretudo a Manu Dibongo. Quis falar de uma África positiva, onde se morre mas também se ri.” Flora Gomes. 14 anos

qua 10
16h
Educação e arte Visitas em grupo. Livre
sex 12
18h30 Lançamento do livro A música no cinema silencioso no Brasil de Carlos Eduardo Pereira (Cadu), com a exibição do curta-metragem Dois heróis The Knockout de Mack Sennett. EUA, 1915. Com Fatty Arbuckle, Charles Chaplin. Livre

sáb 13
16h
Educação e arte Visitas em grupo. Livre
16h Carnaval em lá maior de Adhemar Gonzaga. Brasil, 1955. Com Randal Juliano, Sandra Amaral, Walter D’Ávila. Primeiro filme carnavalesco realizado em São Paulo, com números musicais com Aracy de Almeida, Carmélia Alves, Alvarenga e Ranchinho, Elizete Cardoso, Castatinha e Inhana, e outros. Livre

18h Suzana e o presidente de Rugero Jacobbi. Brasil, 1951. Com Vera Nunes, Orlando Vilar, Arrelia. Interiorana, que acabou de chegar na capital, apaixona-se por jogador de futebol, sem saber que ele é o proprietário da empresa onde trabalha. Livre

dom 14
15h
Educação e arte Programa em família. Livre
16h Educação e arte Visitas em grupo. Livre
16h O Preço do perdão de Mansour Sora Wade. Senegal/França, 2001. Com Alioune Ndiaye, Dienaba Niang, Gora Seck, Hubert Koundé. 90’. Um espesso nevoeiro cobre uma aldeia da costa sul do Senegal, e impede as pirogas de entrar no mar. O velho religioso da aldeia está moribundo e não pode executar os ritos. 14 anos
18h Tasuma, o fogo de Kollo Daniel Sanou. Burkina Fasso, França, 2003. Com Aï Keita, Khalil Raoul Besani, Mamadou Zerbo. Legendas em português. 90’. Sogo Sanon, codinome Tasuma, é um antigo atirador que lutou com o exército francês na Indochina e na Argélia. 14 anos

qua 17
16h
Educação e arte Visitas em grupo. Livre

sex 19
18h30
Si-Gueriki, rainha mãe de Idrissou Mora Kpai. Benin/ França/Alemanha. Legendas em português. 62’. “Meu pai faleceu e com ele parte da minha infância, minhas certezas, minhas crenças e meus sonhos”. Depois de dez anos de ausência, Idrissou Mora Kpai volta ao Benim para rever sua família. 14 anos

sáb 20
16h
Educação e arte Visitas em grupo. Livre

dom 21
15h
Educação e arte Programa em família. Livre
16h Educação e arte Visitas em grupo. Livre
16h Contos cruéis de guerra de Ibea Atondi, Karim Miské. Congo/França/Mauritânia, 2002. Legendas em português. 51’. House of Love de Cécil Moller. África do Sul/França/Namíbia, 2001. Legendas em português. 26’. Dois documentários africanos contemporâneos. O primeiro filme lança um olhar singular sobre as guerras na África. 16 anos
18h Memória entre duas margens de Frédéric Savoye e Wolimité Sié Palenfo. Burkina Fasso/França, 2002. Legendas em português. 90’. Fréderic Savoye e Wolimité Sié Palenfo revisitam a história da colonização francesa na região Lobi, a sudoeste de Burkina Faso. 14 anos

qua 24
16h
Educação e arte: Em torno de Novas aquisições Conversa com o público. Livre
16h Educação e arte Visitas em grupo. Livre

qui 25
18h30
Quién mato a la llamita blanca? de Juan Cristobal Rios Violand. Bolívia, 2006. Com Erika Andia, Pablo Fernandez. Dois bandidos são contratados para levar 50kg de
cocaína para a fronteira do Brasil. 16 anos

sex 26
18h30
El portón de los sueños de Hugo Gamarra. Paraguai, 1998. Exibição em DVD. Legendas em português. 87’. Um documentário e ficção: as visões de Augusto Roa Bastos, o maior escritor paraguaio e Prêmio Cervantes, sobre a história e a cultura do Paraguai, e revela o autor como protagonista de seu próprio universo imaginário. Livre

sáb 27
16h
Educação e arte Visitas em grupo. Livre
16h O romance do vaqueiro voador de Manfredo Caldas. Brasil, 2006. Exibição em DVD. 73’. Documentário poético sobre a recriação do universo mítico do nordestino, ao vivenciar uma nova diáspora, no papel de candango, protagonizando o lado trágico da epopéia da construção da nova capital do Brasil. Baseado no poema homônimo de João Bosco Bezerra Bonfim. 14 anos
18h De mayor quiero ser soldado de Christian Molina. Espanha/Itália, 2010. Exibição em DVD. Legendas em português. 88’. Álex, um rapaz de dez anos fascinado pela violência na televisão e sua luta por receber a atenção de seus pais e encontrar seu lugar no colégio. Com a ajuda de seus amigos imaginários, o Capitão Harry, um astronauta, e seu alter ego, o Sargento John Cluster, Álex conseguirá seu propósito. 14 anos

dom 28
15h
Educação e arte Programa em família. Livre
16h Educação e arte Visitas em grupo. Livre
16h Hermeto Pascoal – Ato de criação de Marília Alvim. Brasil, 2008. Exibição em DVD. 50‘. Vídeo feito durante a gravação da trilha sonora que Hermeto fazia para o documentário sobre Cícero Dias, “Eu vi o mundo… ele começava no Recife” dirigido por Mario Carneiro. V al paraíso de Pablo Alibaud. Chile, 2007. Exibição em DVD. Sem diálogos. 11’. A música ressucita os mortos, que saem do fundo do mar e invadem a cidade de Valparaiso. Eu sou assim – Wilson Batista de Luiz Guimarães de Castro Brasil, 2007. Exibição em DVD. 17’. Uma possível auto-biografia de Wilson Batista, compositor, sambista atuante no Rio de Janeiro dos anos 1940 e 1950 e um dos formadores da imagem do homem carioca. 14 anos
18h Postales de Leningrado de Mariana Rondón. Venezuela, 2007. Exibição em DVD. Legendas em português. 90‘. Disfarces e esconderijos servem para que a protagonista e seu primo reinventem a vida de seus pais, guerrilheiros na Venezuela nos anos 1960. 12 anos


Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Tarifas

Exposições R$14. Ingresso família domingo até 5 pessoas.
Maiores de 60 anos e estudantes R$7
Cinemateca R$7

Gratuidades: Amigos do MAM, crianças até 12 anos e funcionários dos mantenedores e parceiros

Quarta após 15h entrada gratuita mediante senha, distribuída no mesmo dia (a partir de 15h). Estão disponíveis 2000 senhas para cada quarta.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.