Mostra coletiva sobra a relação entre arte e vida ocupa o MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ)

A exposição “artevida” explora a relação entre arte e vida nos anos 1950, 1960, 1970 e início da década de 1980, tendo as práticas de arte brasileiras e, particularmente do Rio de Janeiro, como ponto de partida, como as de Lygia Clark, Hélio Oiticica e Lygia Pape, entre outros. Com curadoria de Adriano Pedrosa e Rodrigo Moura, este projeto foi pensado especialmente para ocupar o Parque Lage, Biblioteca Estadual, Casa França Brasil, e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

“artevida” não tenta escrever uma história única, coerente, nem rastrear genealogias entre artistas, tampouco pretende identificar antecessores e predecessores, e muito menos ser enciclopédica. A mostra se propõe conectar e ler certas práticas artísticas deste período através de conceitos, referências e estruturas diversos, extraindo ligações e correspondência pelas narrativas múltiplas e, desta maneira, desafiar cânones históricos. É uma mostra mais fragmentada do que monolítica, mais provisória do que definitiva. Na busca de narrativas plurais e abertas que desenvolvam diálogos entre obras e documentos, a exposição tem foco em artistas que trabalham no hemisfério sul, bem como em artistas do sexo feminino.

A exposição está dividida em dois segmentos principais:
“artevida: corpo”, na Casa França-Brasil, compreende subseções como o autorretrato, o corte e o corpo em transformação; a linha orgânica e a trama como uma alternativa à ortodoxia da abstração geometria; obras interativas e articuladas, como os “Bichos” de Lygia Clark; e “artevida: política”, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, com trabalhos feitos sob ou em resistência a regimes autoritários e segregacionistas, em torno de temas como racismo e feminismo, democracia e eleições, mapas e bandeiras, guerra e violência, golpes e revoluções.

Além dos dois segmentos acima, o evento tem:
“artevida: biblioteca”, na recém-aberta Biblioteca Parque Estadual, que contará com o arquivo de Paulo Bruscky, com cerca de 60.000 documentos recolhidos pelo artista, baseado em Recife, desde a década de 1960. Este arquivo será ativado através de sua pesquisa e documentação, e diferentes montagens de seleções de seus elementos serão exibidas durante a exposição, e “artevida: parque”, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, terá trabalhos dentro do palacete e ao ar livre. Georges Adéagbo, artista do Benin, apresentará obra comissionada pelo evento, nas Cavalariças.

“artevida” pauta-se na necessidade de oferecer ao público um grande evento de arte contemporânea internacional, marcado por reflexões críticas e investigativas, algo inédito no Estado do Rio de Janeiro. Nesse contexto, o projeto pretende oferecer a primeira articulação em formato de exposição, publicação e um seminário desse dialogo entre a arte dos anos 50, 60 e 70 do Rio de Janeiro e a arte internacional.

Segmentos da mostra:
artevida (corpo) – Casa França Brasil
27 de junho – 21 de setembro, 2014

artevida (biblioteca) – Biblioteca do Estado do Rio de Janeiro
27 de junho – 21 de setembro, 2014 – Paulo Bruscky
21 e 22 de julho – Seminário

artevida (parque) – Escola de Artes Visuais do Parque Lage
27 de junho – 21 de setembro, 2014 – Palacete
19 de julho – 21 de setembro, 2014 – Cavalariças

artevida (política) – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
19 de julho – 21 de setembro, 2014

“artevida: política”
Abertura: 19 de julho das 17h às 19h
Em cartaz até 21 de setembro

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Mostra itinerante inspirada na cena cultural do Rio de Janeiro | Em cartaz na capital paraense

(Belém, PA)

O MAM-Rio leva a exposição “Mostra Carioca” ao Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, em Belém, e ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza. “Mostra Carioca: a impureza como mito” tem curadoria de Luiz Camillo Osorio que reúne obras emblemáticas de um conjunto de artistas brasileiros cuja produção vincula-se às especificidades da cena cultural do Rio de Janeiro dos anos 1960 até o presente.

Esta mostra não pretende “tematizar” o Rio, mas revelar o quanto a cidade foi e permanece sendo um espaço ao mesmo tempo caótico e criativo que alimentou uma vontade de arte que combina improvisação e rigor.

Do final do modernismo, passando pelo concretismo, pelo neoconcretismo, pela pop e pelo conceitualismo, e chegando ao momento contemporâneo, uma espécie de “espírito carioca” se deixou insinuar.

Este “espírito” se bifurca, depois do advento da abstração, entre o gesto informal e a estrutura geométrica, a percepção de ritmos gráficos e simbólicos, que se deixam conduzir pelo lirismo interior, e uma via na qual o fazer do corpo (a mão do artista, o olhar do espectador) quer se desdobrar em uma espécie de pulsação do espírito.

A cidade está, obviamente, presente neste recorte. Muitas das imagens que aqui se apresentam dão a ver o espaço da sociabilidade carioca a contrapelo do clichê da “cidade maravilhosa”. Fazem-nos perceber a “Cidade Partida” de Zuenir Ventura, entre o morro e o asfalto, entre o gesto informal e a estrutura geométrica, onde atritos e afetos se complementam e as identidades permanecem em trânsito.

Desta forma, os trabalhos foram escolhidos pela sua capacidade de propor imagens reconfiguradas do Rio de Janeiro e da sua vida urbana enquanto espaço de experiência cultural. Artistas reconhecidos tais como Lygia Clark, Helio Oiticica, Iole Freitas, Raymundo Colares, Antonio Dias, e artistas de uma geração mais nova tais como Adriana Varejão, José Damasceno, Gustavo Speridião, Cabelo, Paula Trope, Marcos Cardoso, entre tantos outros.

O sentido desterritorializado do espírito carioca em que o local e o global alimentam-se de desafios e inquietações comuns permitiu, com naturalidade, incorporar trabalhos do acervo do Museu das Onze Janelas, e fortalecer esta parceria institucional. Seguidamente a exposição viajará para o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Fortaleza), no âmbito da itinerância Petrobras Cultural 2012.

Mostra carioca: “A impureza como mito”, com Gustavo Speridião
Curadoria de Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre
Em cartaz de 26 de julho a 21 de setembro em Belém, PA
De de 8 de outubro a 30 de novembro em Fortaleza, CE

Museu Casa das Onze Janelas
Praça Frei Caetano Brandão, s/n
Cidade Velha
55 91 40098821

Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
Rua Dragão do Mar, 81
Praia de Iracema
(85) 3488-8600

Conversa com o artista Arjan Martins sobre a mostra “Américas”

(Rio de Janeiro, RJ)

O MAM-Rio realiza esta quarta-feira, às 16h uma conversa com o artista Arjan Martins sobre sua mostra individual Américas, que segue em cartaz até 24 de agosto.

Américas, por Paulo Sergio Duarte

Embora a arte contemporânea tenha, em ruptura com uma vertente poderosa do passado moderno, retornado, com insistência, aos universos temáticos, nem sempre, esse retorno é acompanhado de exigência poética e formal. Aqui nesta exposição, intitulada por Arjan Martins de “Américas”, o tema é o da alteridade, o da solidariedade étnica. Mas esse retorno que acompanhamos pelo menos nos últimos, agora, em Arjan, não eclipsa a qualidade pictórica. É evidente que a questão expressiva que está presente é uma escolha muito bem-sucedida. O expressionismo, apesar de suas grandes contribuições à história da arte no Brasil, basta lembrar Segall, Goeldi, Guignard, Iberê Camargo, nunca foi uma corrente programática e nem se formou em movimentos, como na Alemanha, por exemplo. Ocorreu em episódios plásticos exemplares para constituir uma vertente de nossa visibilidade que se diferencia radicalmente da tradição construtivista e do abstracionismo geométrico, esses sim, com um programa claro de defesa da racionalidade nos trópicos dominados pelos afetos.

Arjan escolhe a tradição expressiva. Não está sozinho na pintura contemporânea brasileira nessa opção, mas existe algo muito importante que chama a atenção em sua linguagem e que o diferencia: não existem firulas nem macetes. Se é possível ao lirismo ser direto e, às vezes, mesmo duro, ou melhor, cru, esse é o de Arjan. Não há nada épico ou dramático, no sentido teatral ou poético do termo, há uma invenção lírica de abordagens desses temas que são os da sua raça, digamos agora, politicamente correto, etnia, Arjan é um artista negro. A arte do pintor está em transformar, uma tragédia, um drama, toda uma história que é nossa, nesse lirismo rigoroso e austero. Mas seu trabalho oscila entre retratos de figuras íntegras, flagradas no cotidiano, e fragmentos de imagens que convivem na mesma tela. Aí está sua versatilidade formal. O talento não se distribui como as equações da racionalidade contemporânea dominada pelas demandas do mercado. O talento pousa, sabe-se lá por que, em espíritos privilegiados. Arjan é um desses elevados.`

“Em torno de ‘Américas’” – Conversa com o artista Arjan Martins
20 de agosto, às 16h

“Américas”, mostra individual de Arjan Martins
Curadoria de Paulo Sergio Duarte
Em cartaz até 24 de agosto

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Prorrogada | Prêmio Aquisições Marcantonio Vilaça Funarte 2013

(Rio de Janeiro, RJ)

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio) realiza a exposição Prêmio Aquisições Marcantonio Vilaça Funarte 2013, com obras dos artistas Carlos Belivacqua, Eduardo Coimbra, Ernesto Neto, Guilherme Dable, Fábio Baroli, Jimson Vilela, João Modé e Luiza Baldan.

O MAM-Rio vem desde a sua fundação destacando-se pelo compromisso de adquirir, preservar e expor a produção contemporânea. Nos últimos anos, através do edital do Prêmio Marcantonio Vilaça da Funarte temos tido a possibilidade de concorrer e conseguido adquirir obras de artistas fundamentais da história recente da arte brasileira. A ideia de incluir um conjunto de artistas e obras para concorrer ao edital aponta para o estabelecimento de uma política de aquisição através do prêmio. No que tange esta edição de 2013 agora exposta no museu destacam-se dois aspectos importantes:

1. Abranger a trajetória de artistas de referência na história recente da arte brasileira. Neste aspecto procura-se preencher lacunas ou adquirir obras ainda não incluídas no acervo MAM – seja na coleção própria do museu, seja nas coleções Gilberto Chateaubriand e Joaquim Paiva que estão em comodato.

2. Acrescentar artistas contemporâneos à coleção que já apresentem uma inserção relevante no circuito. Desde a sua fundação, o MAM foi uma instituição aberta à experimentação e à produção dos jovens artistas daí nossa preocupação em manter esta linha de aquisição em nosso plano.

A aquisição de obras de Ernesto Neto, Carlos Bevilacqua, Eduardo Coimbra, João Modé, Luiza Baldan, Guilherme Dable, Jimson Vilela e Fábio Baroli, preenchem estes requisitos acima, trazendo ao museu duas gerações distintas com um conjunto especial de trabalhos, qualificando assim o acervo do MAM-Rio.
Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre, curadores MAM-Rio

Prêmio Aquisições Marcantonio Vilaça Funarte 2013
Em cartaz de 3 de julho a 27 de agosto

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
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Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

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Últimos dias | “Américas”, mostra individual de Arjan Martins

(Rio de Janeiro, RJ)

Com curadoria de Paulo Sérgio Duarte, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro recebe, a partir de 2 de julho, a nova individual de Arjan Martins, intitulada “Américas”.

Américas, por Paulo Sergio Duarte

Embora a arte contemporânea tenha, em ruptura com uma vertente poderosa do passado moderno, retornado, com insistência, aos universos temáticos, nem sempre, esse retorno é acompanhado de exigência poética e formal. Aqui nesta exposição, intitulada por Arjan Martins de “Américas”, o tema é o da alteridade, o da solidariedade étnica. Mas esse retorno que acompanhamos pelo menos nos últimos, agora, em Arjan, não eclipsa a qualidade pictórica. É evidente que a questão expressiva que está presente é uma escolha muito bem-sucedida. O expressionismo, apesar de suas grandes contribuições à história da arte no Brasil, basta lembrar Segall, Goeldi, Guignard, Iberê Camargo, nunca foi uma corrente programática e nem se formou em movimentos, como na Alemanha, por exemplo. Ocorreu em episódios plásticos exemplares para constituir uma vertente de nossa visibilidade que se diferencia radicalmente da tradição construtivista e do abstracionismo geométrico, esses sim, com um programa claro de defesa da racionalidade nos trópicos dominados pelos afetos.

Arjan escolhe a tradição expressiva. Não está sozinho na pintura contemporânea brasileira nessa opção, mas existe algo muito importante que chama a atenção em sua linguagem e que o diferencia: não existem firulas nem macetes. Se é possível ao lirismo ser direto e, às vezes, mesmo duro, ou melhor, cru, esse é o de Arjan. Não há nada épico ou dramático, no sentido teatral ou poético do termo, há uma invenção lírica de abordagens desses temas que são os da sua raça, digamos agora, politicamente correto, etnia, Arjan é um artista negro. A arte do pintor está em transformar, uma tragédia, um drama, toda uma história que é nossa, nesse lirismo rigoroso e austero. Mas seu trabalho oscila entre retratos de figuras íntegras, flagradas no cotidiano, e fragmentos de imagens que convivem na mesma tela. Aí está sua versatilidade formal. O talento não se distribui como as equações da racionalidade contemporânea dominada pelas demandas do mercado. O talento pousa, sabe-se lá por que, em espíritos privilegiados. Arjan é um desses elevados.

“Américas”, individual de Arjan Martins
De 2 de julho a 24 de agosto

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
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twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Últimos dias | “Territórios e Capitais: extinções”, de Lourival Cuquinha

(Rio de Janeiro, RJ)

Lourival Cuquinha está em cartaz com a individual no MAM Rio: “Território e Capitais: extinções”. A curadoria é de Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre.

“Territórios e Capitais: extinções” é um projeto do pernambucano Lourival Cuquinha que usa dinheiro como material e as relações incestuosas entre o capital, a cultura e o desgastado ideário nacional como tema. Com a habitual irreverência crítica, ele explora as fronteiras sempre imprecisas entre arte e política, arte e mercado, arte e nacionalismo, arte e território, arte e valor.

O artista apresenta uma série de bandeiras confeccionadas com notas reais de dinheiro de diversas parte do mundo, entre outras obras. Todos os trabalhos foram produzidos entre 2008 e 2014. O destaque é a instalação “Zeitgeist”, em que um gigantesco asterisco tridimensional é formado por hastes feitas com moedas de cinco centavos de reais brasileiros. Ali estão expostas as bandeiras de diversos países confeccionadas com cédulas de diferentes unidades monetárias. “Tudo nesta exposição se relaciona com a ideia de valor. Tanto o valor do trabalho quanto o valor de mercado; o valor ideológico das bandeiras e dos territórios; o valor das peças e o valor agregado das obras de arte”, explica o artista.

Realizando-se concomitantemente ao mundial de futebol, momento em que o futebol deixa de ser festa popular para virar espaço, deveras autoritário, de poder – padrão FIFA -, trazer à tona os símbolos nacionais, as bandeiras, confeccionados com dinheiro, põe em evidência relações de força e de submissão. Da mesma maneira que o capital circula livremente sobre fronteiras nacionais, o futebol e a arte, espetacularizados, circulam sem restrições de geografia e sem identidades fixas.

Este projeto de Cuquinha nasceu de sua experiência vivendo em Londres no momento de apogeu da festa financeira pré-2008 e tem como base algumas perguntas-provocações: como repensar valores e multiplicar a capacidade de circulação de novas formas de produção e de solidariedade? Como transformar o glamour do 1% em resistência criadora para os 99% que ficam, bestificados, à margem? Enfim, como desterritorializar e descapitalizar a festa – da arte e do futebol – para que ela venha a ser de qualquer um e de ninguém?

“Territórios e capital: extinções”, de Lourival Cuquinha
De 14 de junho a 17 de agosto
Visitação: terça a sexta das 12h às 18h; sábados, domingos e feriados das 11h às 19h
Entrada franca

MAM Rio
Av. Infante Dom Henrique 85
Parque do Flamengo
T: +55 21 3883 5600

MAM-Rio | Programação para o mês de agosto

(Rio de Janeiro, RJ)

Exposições

Lourival Cuquinha – Territórios e capital: extinções
14 jun – 17 ago 2014 | curadoria Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre

Um dos artistas mais inovadores da cena pernambucana contemporânea. Suas instalações, vídeos e performances articulam a vitalidade da cultura urbana e popular às tensões sociais que permeiam a realidade brasileira e nordestina.
Nos últimos anos tem trabalhado de forma crítica as relações entre arte, mercado e geopolítica, cutucando com irreverência algumas feridas simbólicas do mundo contemporâneo.

Arjan Martins – Américas
3 jul – 24 ago 2014 | curadoria Paulo Sergio Duarte | produção Suzy Muniz Produções

O artista apresenta pinturas que oscilam entre retratos de figuras íntegras, flagradas no cotidiano, e fragmentos de imagens que convivem na mesma tela, com um lirismo direto e, às vezes mesmo duro, ou cru, sem narrativas épicos ou dramáticos, reinventando temáticas pós-coloniais, que raramente são abordadas por artistas no Brasil.

Prêmio Aquisições Marcantonio Vilaça Funarte 2013
Prorrogada até 14 de setembro | curadoria Luiz Camillo Osorio

A coleção do MAM – por intermédio do Prêmio Marcantonio Vilaça, Funarte – receberá este ano obras de Guilherme Dable, Jimson Vilela, João Modé, Luiza Baldan, Carlos Belivacqua, Eduardo Coimbra, Ernesto Neto e Fábio Baroli apresentando um conjunto representativo de obras e artistas que fazem parte da história recente da arte brasileira, complementares à coleção.

artevida: política
19 jul – 21 set 2014 | curadoria Adriano Pedrosa e Rodrigo Moura | produção Tisara

A exposição explora a relação entre arte e vida nos anos 1950, 1960, 1970 e início da década de 1980, tendo as práticas de arte brasileiras e, particularmente, do Rio de Janeiro, como ponto de partida. Além da exposição que acontece no MAM, é ainda dividida em outros segmentos, em diferentes instituições.

Genealogias do Contemporâneo
Coleção Gilberto Chateaubriand MAM

exposição permanente | curadoria Luiz Camillo Osorio

Totalmente remodelada em abril de 2013 a exposição é dividida em:
Brasil visões e vertigens, Cidade partida, Corpos híbridos, Respirações geométricas e Mergulho na coleção: nesta edição é apresentado um conjunto de trabalhos de Arlindo Daibert.

MAM Sua história, seu patrimônio
exposição permanente | curadoria Elizabeth Catoia Varela

Mostra sobre história e a arquitetura do MAM.
Estão presentes, além da grande maquete do conjunto arquitetônico do Museu, materiais gráficos de diversas épocas.

Educação e arte | Eu, você e o MAM

Programa em família
Dom 15h
Acolhimento de público em geral para visitas ao acervo e às exposições temporárias e desenvolvimento de atividades artístico-educativas nos espaços internos e externos do museu. Livre

Visitas em grupo

- Ter a sex 13h e 15h | Grupos até 40 pessoas
agendamento atendimento@mamrio.org.br
Programa elaborado para o acolhimento de escolas, compreendendo visitas comentadas às exposições, atividades práticas de sensibilização e criação artística.
Voltado para turmas de alunos, ONGs, grupos de educação especial e grupos quetrabalhem com a inclusão social. Livre

- Qua, sáb e dom 16h | Grupos até 20 pessoas
Programa elaborado para grupos espontâneos de visitantes interessados em acompanhamento comentado às exposições do museu. Livre

Em torno de Américas
20 agosto, qua 16h
Conversa com o artista Arjan Martins, sobre a exposição “Américas”. Livre

Cinemateca

EROS
1 – 31 ago 2014| curadoria Gilberto Santeiro | programação Carlos Eduardo Pereira

Jardim do Éden… E Deus criou o sexo…(“Crescei e multiplicai-vos”). Séculos de puritanismo achou por bem considerar o conceito de pecado original como sendo o prazer da carne. Do ponto de vista bíblico, a transgressão original do homem não é o sexo, mas a cultura, quando o casal primordial come o fruto da árvore da sabedoria e do conhecimento. Séculos de cultura humana após, nós, os “degredados filhos de Eva”, criamos o cinema. E o cinema redescobriu o erotismo paradisíaco. E agora a Cinemateca novamente nos revela os segredos desse prazer ancestral…

RETROSPECTIVA CINESUL
22 – 24 ago 2014 | curadoria Gilberto Santeiro | programação Carlos Eduardo Pereira

Seleção de filmes do Festival Ibero-Americano de Cinema nos últimos 20 anos, entre homenagens, filmes premiados e exibições especiais. A programação prosseguirá nos próximos meses.

CALENDÁRIO

sex 1
18h30
Esse obscuro objeto do desejo (Cet obscure objet du désir) de Luis Buñuel. França, 1977. Com Fernando Rey, Carole Bouquet, Angela Molina. Legendas em português. 93’. Último filme de Buñuel. Idoso e sofisticado milionário apaixona-se por jovem que se recusa a dormir com ele, embora diga que o ama. 18 anos

sáb 2
16h
Educação e arte: Visitas em grupo
16h Morgana e as ninfas (Morgane et sés nymphes) de Bruno Gantillon. França, 1971. Com Dominique Delpierre, Alfred Baillou, Mierille Saunin. Legendas em português. 85’. Cópia em DVD. Uma fábula sobre a sedução e o poder feminino, ambientada em um castelo francês habitado por lindas ninfas comandadas pela bruxa Morgana. 16 anos
18h Gilda de Charles Vidor. EUA, 1946. Com Rita Hayworth, Glenn Ford, George Macready. Legendas em português. 110’. Cópia em DVD. Clássico do erotismo no cinema. Dono de um cassino na América Latina acha que seu braço direito nos negócios e sua esposa sensual já se conheciam. 14 anos

dom 3
15h
Educação e arte: Programa em família
16h Educação e arte: Visitas em grupo
16h Magnicídio (Jubilee) de Derek Jarman. Grã-Bretanha, 1977. Com Jenny Runacre, Nell Campbell, Toyah Willcox. Legendas em português. 106’.
Cópia em DVD. Erotismo punk. A rainha está morta, o palácio se transformou em estúdio de gravação, os policiais transam entre si ou então quebram as cabeças de jovens. 18 anos
18h Último tango em Paris (Ultimo tango a Parigi) de Bernardo Bertolucci. Itália/França, 1973. Com Marlon Brando, Maria Schneider. Legendas em português. 124’. Um americano de meia idade, residente em Paris, vive tórrido relacionamento com uma jovem de 20 anos. 18 anos

qua 6
16h
Educação e arte: Visitas em grupo

qui 7
9h30
Rio Cidade Criativa credenciamento/café performático
10h30 Mesa inaugural
11h30 Poesia viral: ações poéticas no Rio de Janeiro
12h mesa redonda: Do mercado ao museu
13h Desfile OESTUDIO
14h Carioquinha criativo e conferência Museus e cidades criativas
14h30 A história informa o futuro da moda e mesa redonda Museus de Arte do Rio: o que podemos fazer juntos?
16h O que leva o corpo e conferência Novos museus para novas demografias
17h pré-estreia do filme O corpo da cidade
18h coquetel de boas vindas
18h abertura da exposição Light Art

sex 8
9h
Rio Cidade Criativa credenciamento e café da manhã
10h mesa redonda A transformação da região portuária
11h15 Agenda 21 Cultura: Cluster Cultural Porto do Rio
11h15 mesa redonda: Memória como atualidade…de que tempo é esse lugar?
12h15 Q & A: Cluster Cultural Porto do Rio
13h performance musical
14h conferência: Educação para o futuro
14h30 Carioquinha criativo
15h mesa redonda: Memória / futuro das cidades
16h15 encerramento das palestras
16h30 Q & A: Memória/Futuro
17h30 Lightning Talks: aplausos para o porto
18h30 lançamento do livro “Porto de memórias”, no espelho d’água
19h espetáculo “A pedra fundamental” (Porto de Memórias)

sáb 9
16h
Educação e arte: Visitas em grupo
16h Os contos de Canterbury (I racconti di Canterbury) de Pier Paolo Pasolini. Itália, 1971. Com Albert King, John Francis Lane, John Mclaren. Legendas em português. 110’. Cópia em DVD. Baseado em histórias eróticas de Geoffrey Chaucer, escritor do século XIV. Segunda parte da trilogia da vida de Pasolini. 18 anos
18h Eros + Massacre (Erosu purasu Gyakusatsu) de Yoshishige Yoshida. Japão, 1970. Com Mariko Okada, Yuko Kusunoki, Toshiyuki Hosokawa.
Legendas em português. 210’. Cópia em DVD. Biografia do anarquista japonês Sakae Osugi, que foi assassinado pela polícia, a partir de suas aventuras amorosas. 18 anos

dom 10
15h
Educação e arte: Programa em família
16h Educação e arte: Visitas em grupo
16h Os amores de uma loura (Lásky Jedné Plavovlásky) de Milos Forman. Tchecoslováquia, 1965. Com Hana Brejchova, Vladimir Plucholt, Vladimir Mensic. Legendas em português. 85’. Cópia em DVD. Com dezesseis mulheres para cada homem, as possibilidades estavam difíceis para a jovem Andula, em sua busca desesperada por amor. 16 anos
18h …E Deus criou a mulher (E Dieu créa la femme) de Roger Vadim. França, 1956. Com Brigitte Bardot, Curd Jurgens. Legendas em português. 92’. Juliette inventa e impõe autonomia solar e provocante. A juventude e a beleza como promessas de felicidade. 14 anos

qua 13
16h
Educação e arte: Visitas em grupo

qui 14
18h30
Cineclube Sessão Plano Argila de Humberto Mauro. Brasil, 1940. Com Carmen Santos, Celso Guimarães, Lídia Mattos. 103’. Sessão seguida de debate com Rafael de Luna e Hernani Heffner. Viúva, apreciadora de obras de arte, contrata os trabalhos de um ceramista. Ele se apaixona por ela e desfaz seu namoro, para desagrado do ex-sogro. 14 anos

sex 15
18h30
Rua das lágrimas (Die Freudlose Gasse) de Georg W. Pabst. Alemanha, 1925. Com Asta Nielsen, Greta Garbo. Legendas em português. 125’. Cópia em DVD. Viena, primeiros anos posteriores a Primeira Grande Guerra, apaixonada por um empresário inescrupuloso, uma mulher se torna prostituta. 14 anos
Acompanhamento de piano ao vivo por Cadu

sáb 16
16h
Educação e arte Visitas em grupo
16h Todas as mulheres fazem (Così fan tutte) de Tinto Brass. Itália, 1992. Com Claudia Kroll, Paolo Lanza, Franco Branciaroli. Legendas em português. 90’. Cópia em DVD. História de amor onde os personagens vivem casamento feliz, mas a esposa começa a sentir outras necessidades além daquelas que o matrimônio pode oferecer. 18 anos
18h Querelle de Rainer Werner Fassbinder. Alemanha/França, 1982. Com Brad Davis, Franco Nero, Jeanne Moreau. Legendas em português. 105’.
Cópia em DVD. Baseado em Jean Genet. O marinheiro francês Querelle chega em Brest e começa a frenquentar uma estranha casa. 18 anos

dom 17
15h
Educação e arte: Programa em família
16h Educação e arte Visitas em grupo
16hA garota do Trieste (La Ragazza de Trieste) de Pasquale Festa
Campanile. Itália, 1963. Com Bem Gazzara, Ornella Miti, Mimsy Farmer. Legendas em português. 113’. Cópia em DVD. Desenhista americano de sucesso, que mora em Trieste, salva uma linda mulher de um afogamento e se apaixona loucamente. 14 anos
18h Os anjos exterminadores (Les anges exterminateurs) de Jean-Claude Brisseau. França, 2006. Com Frédéric van den Driessche, Maroussia Dubreuill, Lise Bellynk. Legendas em português. 100’. Cópia em DVD. Cineasta realiza um filme sobre os prazeres femininos, enquanto as mulheres transgridem tabus. 18 anos

qua 20
16h
Educação e arte: Em torno de Américas
16h Educação e arte Visitas em grupo
18h30 debate MAM e a fotografia – Homenagem a Georges Racz. Gratuito. 180 lugares

qui 21
18h30
Sessão latina – Sala escura: El zapato chino de Cristián Sánchez. Chile, 1979. Com Fernando Andía, Felisa González, Andrés Quintana. 72’. Um taxista encontra uma moça provinciana em um bordel. Decide então protegê-la e abrigá-la. 16 anos

sex 22
18h30
Historias mínimas de Carlos Sorín. Argentina/Espanha, 2002. Com Javier Lombardo, Antonio Benedictis, Javier Bravo. Exibição em DVD. Legendas em português. 94’. Três personagens viajam pelas solitárias estradas da Patagônia e se cruzam nas estações de parada. Prêmio especial do júri nos Festivais de Cartagena,
San Sebastián e Nantes. 12 anos

sáb 23
16h
Educação e arte: Visitas em grupo
16h Rua sem sol de Alex Viany. Brasil, 1954. Com Glauce Rocha, Carlos Alberto, Dóris Monteiro. Exibição em DVD. 90’. Moça pobre precisa arranjar dinheiro para operar os olhos de uma irmã cega e é aliciada para a prostituição. 14 anos

18h En la cama de Matias Bize. Chile/Alemanha, 2005. Com Blanca Lewin, Gonzalo Valenzuela. Exibição em DVD. Legendas em inglês. 85’. Dois jovens desconhecidos têm um intenso encontro sexual na cama de um motel. Pouco a pouco abrirão seu passado e sua intimidade. 18 anos

dom 24
15h
Educação e arte: Programa em família
16h Educação e arte: Visitas em grupo
16h María en tierra de nadie de Marcela Zamora. México/El Salvador/Espanha, 2010. Documentário. Exibição em DVD. Legendas em português. 92’. A jornada de três mulheres salvadorenhas através do território mexicano, onde se deparam com prostituição forçada, extorsão, roubos e até massacres. 16 anos

18h La vida es silbar de Fernando Pérez. Cuba, 1998. Com Coralia Veloz, Luis Alberto García, Isabel Santos. Cópia em DVD. Legendas em português. 106’. Três pessoas muito diferentes devem escolher entre manter suas crenças e tradições ou libertarem-se delas para viver uma vida mais livre. Prêmio Goya de melhor filme ibero-americano. 16 anos

qua 27
16h
Educação e arte: Visitas em grupo

sex 29
18h30
Eros Une vrai jeune fille de Catherine Breillat. França, 1976. Com
Hiram Keller, Charlotte Alexandra, Bruno Baly. Legendas em português. 93’. Cópia em DVD. Alice, uma garota de 14 anos, bem desenvolvida fisicamente, vai passar as férias na casa de parentes. Lá ela começa a explorar sua sexualidade. 16 anos

sáb 30
16h
Educação e arte: Visitas em grupo
16h Shame de Steve McQueen. Grã-Bretanha, 2011. Com Michael Fassbender, Carey Mulligan. Legendas em português, 101’. Cópia em DVD. Homem bem sucedido, que mora em Nova Iorque, encontra a fuga para os seus problemas no sexo. 16 anos

18h As Feras de Walter Hugo Khouri. Brasil, 1995. Com Nuno Leal Maia, Cláudia Liz, Lúcia Veríssimo. 94’. Homem tem estranho relacionamento com
sua prima, ele a ama desde a infância, mas ela está apaixonada por outra mulher. 18 anos

dom 31
15h
Educação e arte: Programa em família
16h Educação e arte: Visitas em grupo
16h Casanova ’70 de Mario Monicelli. Itália, 1965. Com Marcello
Mastroianni, Virna Lisi, Michele Mercier. Legendas em português. 110’. Cópia em DVD. Oficial da Otan é grande conquistador, mas só consegue se excitar em aventuras amorosas arriscadas. 16 anos
18h A viúva virgem de Pedro Carlos Rovai. Brasil, 1972. Com Adriana Prieto, Jardel Filho, Carlos Imperial. 100’. Em Minas Gerais, um poderoso coronel se casa com bela virgem e promove festa em fazenda. Clássico da pornochanchada brasileira. 16 anos


Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Tarifas

Exposições R$14. Ingresso família domingo até 5 pessoas.
Maiores de 60 anos e estudantes R$7
Cinemateca R$7

Gratuidades: Amigos do MAM, crianças até 12 anos e funcionários dos mantenedores e parceiros

Quarta após 15h entrada gratuita mediante senha, distribuída no mesmo dia (a partir de 15h). Estão disponíveis 2000 senhas para cada quarta.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

MAM-Rio recebe o segmento político da mostra coletiva “artevida”

(Rio de Janeiro, RJ)

A exposição “artevida” explora a relação entre arte e vida nos anos 1950, 1960, 1970 e início da década de 1980, tendo as práticas de arte brasileiras e, particularmente do Rio de Janeiro, como ponto de partida, como as de Lygia Clark, Hélio Oiticica e Lygia Pape, entre outros. Com curadoria de Adriano Pedrosa e Rodrigo Moura, este projeto foi pensado especialmente para ocupar o Parque Lage, Biblioteca Estadual, Casa França Brasil, e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

“artevida” não tenta escrever uma história única, coerente, nem rastrear genealogias entre artistas, tampouco pretende identificar antecessores e predecessores, e muito menos ser enciclopédica. A mostra se propõe conectar e ler certas práticas artísticas deste período através de conceitos, referências e estruturas diversos, extraindo ligações e correspondência pelas narrativas múltiplas e, desta maneira, desafiar cânones históricos. É uma mostra mais fragmentada do que monolítica, mais provisória do que definitiva. Na busca de narrativas plurais e abertas que desenvolvam diálogos entre obras e documentos, a exposição tem foco em artistas que trabalham no hemisfério sul, bem como em artistas do sexo feminino.

A exposição está dividida em dois segmentos principais:
“artevida: corpo”, na Casa França-Brasil, compreende subseções como o autorretrato, o corte e o corpo em transformação; a linha orgânica e a trama como uma alternativa à ortodoxia da abstração geometria; obras interativas e articuladas, como os “Bichos” de Lygia Clark; e “artevida: política”, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, com trabalhos feitos sob ou em resistência a regimes autoritários e segregacionistas, em torno de temas como racismo e feminismo, democracia e eleições, mapas e bandeiras, guerra e violência, golpes e revoluções.

Além dos dois segmentos acima, o evento tem:
“artevida: biblioteca”, na recém-aberta Biblioteca Parque Estadual, que contará com o arquivo de Paulo Bruscky, com cerca de 60.000 documentos recolhidos pelo artista, baseado em Recife, desde a década de 1960. Este arquivo será ativado através de sua pesquisa e documentação, e diferentes montagens de seleções de seus elementos serão exibidas durante a exposição, e “artevida: parque”, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, terá trabalhos dentro do palacete e ao ar livre. Georges Adéagbo, artista do Benin, apresentará obra comissionada pelo evento, nas Cavalariças.

“artevida” pauta-se na necessidade de oferecer ao público um grande evento de arte contemporânea internacional, marcado por reflexões críticas e investigativas, algo inédito no Estado do Rio de Janeiro. Nesse contexto, o projeto pretende oferecer a primeira articulação em formato de exposição, publicação e um seminário desse dialogo entre a arte dos anos 50, 60 e 70 do Rio de Janeiro e a arte internacional.

Segmentos da mostra:
artevida (corpo) – Casa França Brasil
27 de junho – 21 de setembro, 2014

artevida (biblioteca) – Biblioteca do Estado do Rio de Janeiro
27 de junho – 21 de setembro, 2014 – Paulo Bruscky
21 e 22 de julho – Seminário

artevida (parque) – Escola de Artes Visuais do Parque Lage
27 de junho – 21 de setembro, 2014 – Palacete
19 de julho – 21 de setembro, 2014 – Cavalariças

artevida (política) – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
19 de julho – 21 de setembro, 2014

“artevida: política”
Abertura: 19 de julho das 17h às 19h
Em cartaz até 21 de setembro

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Arjan Martins expõe pinturas em mostra individual no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ)

Com curadoria de Paulo Sérgio Duarte, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro recebe, a partir de 2 de julho, a nova individual de Arjan Martins, intitulada “Américas”.

Américas, por Paulo Sergio Duarte

Embora a arte contemporânea tenha, em ruptura com uma vertente poderosa do passado moderno, retornado, com insistência, aos universos temáticos, nem sempre, esse retorno é acompanhado de exigência poética e formal. Aqui nesta exposição, intitulada por Arjan Martins de “Américas”, o tema é o da alteridade, o da solidariedade étnica. Mas esse retorno que acompanhamos pelo menos nos últimos, agora, em Arjan, não eclipsa a qualidade pictórica. É evidente que a questão expressiva que está presente é uma escolha muito bem-sucedida. O expressionismo, apesar de suas grandes contribuições à história da arte no Brasil, basta lembrar Segall, Goeldi, Guignard, Iberê Camargo, nunca foi uma corrente programática e nem se formou em movimentos, como na Alemanha, por exemplo. Ocorreu em episódios plásticos exemplares para constituir uma vertente de nossa visibilidade que se diferencia radicalmente da tradição construtivista e do abstracionismo geométrico, esses sim, com um programa claro de defesa da racionalidade nos trópicos dominados pelos afetos.

Arjan escolhe a tradição expressiva. Não está sozinho na pintura contemporânea brasileira nessa opção, mas existe algo muito importante que chama a atenção em sua linguagem e que o diferencia: não existem firulas nem macetes. Se é possível ao lirismo ser direto e, às vezes, mesmo duro, ou melhor, cru, esse é o de Arjan. Não há nada épico ou dramático, no sentido teatral ou poético do termo, há uma invenção lírica de abordagens desses temas que são os da sua raça, digamos agora, politicamente correto, etnia, Arjan é um artista negro. A arte do pintor está em transformar, uma tragédia, um drama, toda uma história que é nossa, nesse lirismo rigoroso e austero. Mas seu trabalho oscila entre retratos de figuras íntegras, flagradas no cotidiano, e fragmentos de imagens que convivem na mesma tela. Aí está sua versatilidade formal. O talento não se distribui como as equações da racionalidade contemporânea dominada pelas demandas do mercado. O talento pousa, sabe-se lá por que, em espíritos privilegiados. Arjan é um desses elevados.

“Américas”, individual de Arjan Martins
De 2 de julho a 24 de agosto

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
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Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Últimos dias | “Alimentário: arte e patrimônio alimentar brasileiro”

(Rio de Janeiro, RJ)

O Museu de Arte Moderna do Rio recebe a exposição Alimentário – arte e patrimônio alimentar brasileiro, que tem como foco a cozinha brasileira. A mostra traz por meio de textos, documentos históricos, objetos etnográficos, pesquisas de culinária contemporânea, fotografias, vídeos documentais, objetos de cozinha e imagens de pratos criados por chefs, a relação entre cozinha e obras de arte. A proposta é envolver os visitantes em uma ambientação que desperte a memória afetiva e visual.

“A estratégia da curadoria foi exibir um retrato sugestivo de como o universo dos alimentos e da culinária contribuiu para a constituição visual e do imaginário brasileiro de hoje. Mais do que apresentar documentos e obras que contassem a mesma história, o que seria impossível, buscou-se por meio das obras, expor um retrato do universo alimentar brasileiro que fosse fiel no sentido de reproduzir não seus traços externos, mas a pluralidade, a diversidade e até o seu estado de permanente transformação”, afirma o curador Jacopo Crivelli Visconti.

Dividida em três partes, foi concebida por Felipe Ribenboim, chef de cozinha com passagem pelo El Bulli e pelo Arzak, na Espanha, e ex-sócio do Dois Cozinha Contemporânea, em parceria com Rodrigo Villela, a exposição tem curadoria de Jacopo Crivelli Visconti.

O primeiro núcleo da mostra, “prelúdio”, reúne expedições de exploração do território nacional; o segundo, “raízes”, é direcionado à cozinha indígena e a influência da mandioca em nossa gastronomia; o terceiro, com o nome “brasilidade” aborda a miscigenação, os ciclos econômicos e a criação contemporânea, tanto de artistas como de chefs brasileiros.

Artistas participantes: Adriana Varejão, Alex Atala, Amilcar Packer, Ana Luiza Dias Batista, Arnaldo Antunes, Ayrson Heráclito, Beatriz Milhazes, Caetano Dias, Caio Reisewitz, Candido Portinari, Carl Friedrich Philipp von Martius, Débora Bolsoni, Erika Verzutti, Ernesto Neto, Estevão Roberto da Silva, Ferdinand-Jean denis, François Louis de Castelnau, Fulvio Pennachi, Harald Shultz, Haruo Ohara, Hector Zamora, Heinz Foerthmann, Helena Rizzo & Daniel Redondo, Hélio Oiticica, Henschel & Benque, João Maria Gusmão & Pedro Paiva, Johan Nieuhof, Johann Baptist von Spix, Johann Mortiz Rugendas, Lasar Segall, Lenora de Barros, Luciano Mello Witkowski Pinto, Marc Ferrez, Marcos Coelho Benjamin, Marepe, Matheus Rocha Pitta, Maureen Bisilliat, Mauricio Dias & Walter Riedweg, Paulo Nazareth, Paulo Nimer Pjota, Regina Silveira, Rodrigo Oliveira, Thiago Castanho, Thomas Marie Hippolyte Taunay, Vicente do Rego Monteiro, Victor Brecheret, Victor Frond, Vik Muniz, Vicenzo Pastore, Wesley Duke Lee, Willem Piso

“Alimentário: Arte e patrimônio alimentar brasileiro”, com Amilcar Packer, Caetano Dias, Caio Reisewitz, Erika Verzutti, Hector Zamora, Lenora de Barros, Matheus Rocha Pitta, Paulo Nazareth e Paulo Nimer Pjota
Em cartaz até 10 de agosto
Terça a sexta, de 12h a 18h; fins de semana e feriados, de 11h a 18h

MAM-Rio
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Rio de Janeiro RJ
+55 (21) 3883 5600
fax.: +55 (21) 3883 5612