Palestra “Despensamento-despido”, com André Lepecki e Luiz Camillo Osorio

(Rio de Janeiro, RJ)

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio) realiza este sábado, às 16h, a palestra “Despensamento-despido”, com o escritor e curador André Lepecki e mediação do curador-chefe do Museu, Luiz Camillo Osorio. A palestra integra a programação da mostra “Museu Encantador”, que se encerra este domingo 26.

Sobre André Lepecki:
André Lepecki é um escritor e curador que trabalha predominantemente com estudos sobre performances, coreografias e dramaturgia. Ele é professor no departamento de Performance Studies na Universidade de Nova York e assinou uma série de publicações.

Sobre Luiz Camillo Osorio:
Luiz Camillo Osorio é curador-chefe do MAM-Rio e professor do departamento de Filosofia da PUC-Rio. Tem cinco livros publicados e recentemente foi escolhido como curador do pavilhão brasileiro na Bienal de Veneza.

“Despensamento-despido”, palestra com André Lepecki e mediação de Luiz Camillo Osorio
Sábado 25 de outubro, às 16h

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Conheça os membros do Júri de Premiação

Anualmente o Conselho do PIPA convida de cinco a sete especialistas em arte contemporânea para compor o Júri de Premiação. São eles os responsáveis por definir o vencedor do PIPA (principal categoria) dentre os quatro finalistas da edição vigente.

O Júri de 2014 deverá escolher um artista dentre os quatro finalistas: Alice Miceli, Daniel Steegmann Mangrané, Thiago Martins de Melo e Wagner Malta Tavares para receber o prêmio de R$100 mil, que inclui a participação no programa de residência artística da Residency Unlimited, de Nova York.

O prêmio em dinheiro e a residência artística não podem ser desmembrados, ou seja: apenas um artista dentre os finalistas deverá receber os R$100 mil, estando incluído neste valor a participação no programa da RU.

Júri de Premiação do PIPA 2014

- Agnaldo Farias: Crítico de arte, curador e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU/USP. Foi curador da Representação Brasileira da 25ª Bienal de São Paulo em 2002, curador geral do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro no período de 1998-2000 e curador-adjunto da 23ª Bienal de São Paulo. É autor dos livros As Naturezas do Artifício – Amélia Toledo (Editora W11, 2004); Daniel Senise – The piano factory (Andréa Jacobsen, 2003); Arte brasileira hoje (Publifolha, 2002), entre outros.

- Angelo Venosa: Artista que surgiu na cena artística brasileira na década de 1980, tornando-se um dos expoentes dessa geração. É um dos poucos artistas egressos da chamada “Geração 80” dedicados à escultura e não à pintura. Desde então, Venosa lançou as bases de uma trajetória que se consolidou no circuito nacional e internacional, incluindo passagens pela Bienal de São Paulo (1987), Arte Brasileira do Século XX (1987, Musée dArt Moderne de La Ville de Paris), Bienal de Veneza (1993), e Bienal do Mercosul (2005). Em 2012, o MAM-Rio consagrou-lhe uma exposição individual em comemoração aos 30 anos de carreira, que seguiu para a Pinacoteca de São Paulo em abril de 2013, ano em que foi lançado o segundo livro sobre sua obra.

- Flora Süssekind: Crítica literária, professora e pesquisadora universitária. Doutora em Letras pela PUC do Rio de Janeiro, leciona teatro brasileiro e literatura dramática na Universidade Federal do Rio de Janeiro. É pesquisadora do Setor de Filologia do Centro de Pesquisas da Fundação Casa de Rui Barbosa, desde 1981. Entre suas atividades de crítica, destacam-se a colaboração semanal no Caderno B, do Jornal do Brasil, na seção de teatro, de 1979 a 1985, e a coluna mensal no caderno Idéias, também do JB, de 1995 a 2000. Além de organizadora de diversos livros de teoria literária e ficção, tem farta produção de ensaios sobre literatura brasileira e outras artes.

- Gilberto Chateaubriand: Colecionador, diplomata e empresário brasileiro. Possui uma das maiores e mais importantes coleções privadas de arte moderna e contemporânea brasileira. Cedida em comodato para o MAM-Rio a partir de 1993, a coleção tornou-se acessível permanentemente ao público e vem sendo mostrada com regularidade também em outras instituições do Brasil e do exterior. Sobre a coleção, o crítico Roberto Pontual declara: “(…) por intermédio dela, a arte brasileira do século XX, do modernismo à contemporaneidade, tem a sua mais completa e melhor ilustração.”

- Luiz Camillo Osorio: Crítico de arte, professor de Estética no departamento de Filosofia da PUC-Rio, curador do MAM-Rio desde 2009, idealizador e conselheiro do PIPA desde a sua criação, em 2010. Graduou-se em Economia (1985) pela PUC-Rio, realizando entre 1986 e 1987 um Diploma em História da Arte Moderna no Modern Art Studies de Londres e, posteriormente, o mestrado e o doutorado em Filosofia na PUC Rio. Curador de diversas exposições importantes no Brasil e ao redor do mundo, foi recentemente anunciado como curador do pavilhão brasileiro na Bienal de Veneza de 2015.

Critérios

A definição do vencedor acontece durante reunião do Júri de Premiação no MAM-Rio. Além de visitar a exposição dos finalistas, os jurados têm a oportunidade de analisar os portifólios e demais materiais enviados pelos artistas, dentre os quais uma carta na qual cada finalista destaca a importância da participação no programa de residência, que faz parte do prêmio, para sua carreira.

Desta forma a decisão do Júri se baseia no portfólio, na carreia, nas obras apresentadas na exposição do PIPA no MAM-Rio, e na importância do prêmio a ser recebido para a trajetória de cada artista. A ponderação desses fatores fica a exclusivo critério dos jurados, podendo inclusive variar a cada ano.

Esta semana no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ)

Finalistas PIPA 2014
6 setembro – 16 novembro | realização Ip Capital Partners e MAM
Votação no PIPA Voto Popular Exposição até 2 de novembro - Últimos dias para votar

Exposição com os finalistas do maior prêmio de arte do Brasil, o PIPA: Alice Miceli, Daniel Steegmann Mangrané, Thiago Martins de Melo e Wagner Malta Tavares.

Novas aquisições 2012-2014
30 agosto – 16 novembro | curadoria Luiz Camilo Osorio e Marta Mestre

Já faz parte da programação do MAM cada dois anos mostrar as novas aquisições da coleção Gilberto Chateaubriand, em comodato com o Museu desde 1993. É uma oportunidade para o público perceber a vitalidade e a pluralidade intrínsecas ao olhar do principal colecionador brasileiro.

“Limiares – a Coleção Joaquim Paiva no MAM-Rio”
11 outubro – 18 janeiro de 2015 | curadoria de Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre

Desde 2005 o MAM passou a abrigar a Coleção Joaquim Paiva em comodato, atualmente com 1963 trabalhos de fotógrafos brasileiros e estrangeiros, adquiridos a partir do início dos anos 1980. Mostra-se uma parte desta coleção, em uma de suas múltiplas leituras. A esse recorte confrontaram-se outros trabalhos das coleções do Museu.

Vanderlei Lopes – “Grilagem”
6 setembro – 9 novembro | curadoria Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre

São apropriadas cópias em papel de obras de artistas emblemáticos, e colocadas em uma caixa com grilos. Elas sofrem a açnao desta convivência, que produz uma aparência temporal diversa, um “envelhecimento”.

“Museu Encantador”, mostra-performance de Rita Natálio e Joana Levi
Até 26 de outubro

O caráter colaborativo da instalação apresentada no MAM é montado a partir de doações artísticas vindas de 17 artistas brasileiros e portugueses. Chamados de doadores de encantos, artistas visuais, performers, pesquisadores e filósofos de ambos países foram convidados a realizar diálogos sobre noções pessoais de encantamento e história cultural, formando uma teia de encantos que ligam Brasil e Portugal.

Genealogias do Contemporâneo
Coleção Gilberto Chateaubriand MAM

Exposição permanente | curadoria Luiz Camillo Osorio

Remodelada em abril de 2013 a exposição é dividida em: Brasil visões e vertigens, Cidade partida, Corpos híbridos, Respirações geométricas e Mergulho na coleção: nesta edição é apresentado um conjunto de trabalhos de Arlindo Daibert.

MAM Sua história, seu patrimônio
Exposição permanente | curadoria Elizabeth Catoia Varela

Mostra sobre história e a arquitetura do MAM.
Estão presentes, além da grande maquete do conjunto arquitetônico do Museu, materiais gráficos de diversas épocas.

Educação e arte | Eu, você e o MAM

Domingos às 15h
Acolhimento de público em geral para visitas ao acervo e às exposições temporárias e desenvolvimento de atividades artístico-educativas nos espaços internos e externos do museu. Livre

Visitas em grupo | agendamento atendimento@mamrio.org.br
Tera a sexta, 13h e 15h, grupos até 40 pessoas

Programa elaborado para o acolhimento de escolas, compreendendo visitas comentadas às exposições, atividades práticas de sensibilização e criação artística. Voltado para turmas de alunos, ONGs, grupos de educação especial e grupos que trabalhem com a inclusão social.

Quartas, sábados e domingos às 16h, grupos até 20 pessoas
Programa elaborado para grupos espontâneos de visitantes interessados em acompanhamento comentado às exposições do museu.

Cinemateca

Ver e ser visto | 3 – 25 outubro
Juntamente com o curso homônimo, que investiga a dicotomia entre o olho e o olhar; apresentamos uma mostra de filmes que tem como tema o olhar, inclusive o tecnologicamente mediado no mundo contemporâneo.

Calendário

sáb 25
16h
Visitas em grupo
16h Orlando de Alexandre Rudah. Brasil, 2014. Com Patrícia Niedermeier, Joaquim Tomé, Fabiana Nunes. 71’. Filme experimental inspirado livremente no romance “Orlando: uma biografia” de Virgínia Woolf.
18h 1984 de Michael Radford. Grã-Bretanha, 1984. Com John Hurt, Richard Burton, Suzanna Hamilton. Legendas em português. 113’. Um humilde funcionário se apaixona por uma mulher, numa sociedade totalitária onde as emoções são ilegais. Eles tentam escapar dos olhos e ouvidos do Grande Irmão.

dom 26
15h
Programa em família
16h Visitas em grupo

qua 29
16h
Visitas em grupo

sex 31
18h30
Coração selvagem (Wild at Heart) de David Lynch. EUA, 1990. Com Laura Dern, Nicolas Cage, Willem Dafoe. Legendas em português. 125’. Sulista rica e instável não permite o relacionamento de sua filha com um ex-presidiário.

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
O Museu estará fechado no dia 5 de outubro.
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Últimos dias | “Museu Encantador”, mostra-performance no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ)

O MAM-Rio recebe a instalação-performance “Museu Encantador”. Organizada pela performer e dramaturga portuguesa Rita Natálio e a diretora carioca Joana Levi, a exposição reúne vídeos, objetos, sons e obras de arte coletadas no Brasil e em Portugal e uma performance que será apresentada nos primeiros 10 dias da temporada. Durante oito meses de pesquisa, as artistas formaram uma expressiva rede de imagens e conteúdos em torno de algumas perguntas como: o que é encantamento? Existiria alguma relação entre encantamento e cultura? O que seria um museu do ‘encantamento cultural’ entre Portugal e Brasil?

O caráter colaborativo da instalação apresentada no MAM é montado a partir de doações artísticas vindas de 17 artistas brasileiros e portugueses. Chamados de doadores de encantos, artistas visuais, performers, pesquisadores e filósofos de ambos países foram convidados a realizar diálogos sobre noções pessoais de encantamento e história cultural, formando uma teia de encantos que ligam Brasil e Portugal. Entre os colaboradores, estão a artista carioca Laura Erber, o artista pernambucano Paulo Bruscky, a psicanalista Suely Rolnik, o ator e diretor lisboeta André Teodósio e os performers portugueses Ana Borralho & João Galante.

Além das doações de artistas, o “Museu Encantador” recolheu vídeos, fotografias, e entrevistas em passagens por Alter Do Chão, Recife, Natal, Curitiba e São Paulo. Nesses lugares, o projeto realizou também oficinas, conversas públicas e mostras de processo. A performance que acompanha a instalação conta com a presença das criadoras Rita Natálio e Joana Levi, além da dançarina portuguesa Teresa Silva. Esta performance procura pensar a relação entre Brasil e Portugal no século XXI. “Trata-se de elaborar um pensamento sobre a colonização, descolonizando o pensamento. É preciso não temer os clichês.Tocar os vestígios, analisar o pó debaixo dos tapetes e abraçar essa estranha mistura de vivo e morto que os museus nos apresentam. Apesar de ser pensada para hoje, é uma performance com muitos fantasmas”, comentam Rita e Joana.

“Museu Encantador”, mostra-performance de Rita Natálio e Joana Levi
Exposição em cartaz até 26 de outubro

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

MAM-Rio apresenta novas aquisições da Coleção Gilberto Chateaubriand

(Rio de Janeiro, RJ)

O MAM-Rio apresenta as Novas Aquisições da Coleção Gilberto Chateaubriand, que ficarão em cartaz no Museu até 16 de novembro.

A coleção Gilberto Chateaubriand, que desde 1993 encontra-se no MAM, possui cerca de 6.400 obras, sendo uma das mais completas coleções de arte brasileira moderna e contemporânea. Já faz parte da programação do MAM a cada dois anos mostrar as Novas Aquisições da coleção Gilberto Chateaubriand, em comodato com o museu desde 1993. Ela é uma oportunidade para o público perceber a vitalidade e a pluralidade intrínsecas ao olhar do principal colecionador brasileiro.

Novas aquisições de 2012, 2013 e 2014 da Coleção Gilberto Chateaubriand
Em cartaz até 16 de novembro

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Abertura | “Limiares – a Coleção Joaquim Paiva no MAM-Rio”

(Rio de Janeiro, RJ)

O MAM-Rio inaugura este sábado a mostra “Limiares”, com obras da Coleção Joaquim Paiva. A exposição tem curadoria de Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre.

Em 2005, sob a forma de comodato, o MAM passou a abrigar a Coleção Joaquim Paiva que conta atualmente com 1.963 trabalhos de fotógrafos brasileiros e estrangeiros, adquiridos a partir do início dos anos 80. Trata-se de um importante acervo que incorpora diferentes espectros artísticos, desde a fotografia clássica, o retrato, a reportagem, as práticas documentais contemporâneas ou os tangenciamentos da fotografia com as artes visuais.

Embora tenha sido iniciada como uma coleção privada, o gesto do colecionador é invariavelmente público e coloca ao escrutínio coletivo o que foi acervo privado ou criação individual. É sobre diferentes representações do público e do privado no mundo da arte que fala “Limiares – a Coleção Joaquim Paiva no MAM-Rio”, propondo ser um recorte sobre as naturezas dos espaços representados na materialidade da imagem, em especial a imagem fotográfica.

Mostra-se aqui uma parte da coleção que não esgota nem esgotará as suas múltiplas leituras. A esse recorte confrontaram-se outros trabalhos das coleções do MAM-Rio, não necessariamente fotografias, procurando contaminar aquilo que, por motivos de taxonomia, ainda permanece separado: o vídeo com a pintura, o precário com o que foi feito para durar, o documento com a arte.

Os espaços da casa, da rua, da praia ou do abrigo coexistem com os lugares de passagem, a informalidade do espaço público e o enfrentamento social. O espaço do íntimo e as novas relações objeto-sujeito fotografados caracterizam boa parte da produção fotográfica contemporânea. Existem vestígios de subjetividade na materialidade da fotografia que se torna campo de partilha de angústias, fraturas pessoais e afirmação do eu, com particular relevância para o diário e as narrativas/ficções pessoais.

“Limiares – a Coleção Joaquim Paiva no MAM-Rio”
Curadoria de Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre
Abertura: 11 de outubro, das 16h às 19h
Em cartaz até 18 de janeiro de 2015

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Veja a programação do MAM-Rio para esta semana

(Rio de Janeiro, RJ)

Finalistas PIPA 2014
6 setembro – 16 novembro | realização Ip Capital Partners e MAM
Exposição com os finalistas do maior prêmio de arte do Brasil, o PIPA: Alice Miceli, Daniel Steegmann Mangrané, Thiago Martins de Melo e Wagner Malta Tavares.

Novas aquisições 2012-2014
30 agosto – 16 novembro | curadoria Luiz Camilo Osorio e Marta Mestre
Já faz parte da programação do MAM cada dois anos mostrar as novas aquisições da coleção Gilberto Chateaubriand, em comodato com o Museu desde 1993. É uma oportunidade para o público perceber a vitalidade e a pluralidade intrínsecas ao olhar do principal colecionador brasileiro.

“Limiares – a Coleção Joaquim Paiva no MAM-Rio”
Abertura: 11 de outubro, das 16h às 19h
11 outubro – 18 janeiro de 2015 | curadoria de Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre
Desde 2005 o MAM passou a abrigar a Coleção Joaquim Paiva em comodato, atualmente com 1963 trabalhos de fotógrafos brasileiros e estrangeiros, adquiridos a partir do início dos anos 1980. Mostra-se uma parte desta coleção, em uma de suas múltiplas leituras. A esse recorte confrontaram-se outros trabalhos das coleções do Museu.

Vanderlei Lopes – “Grilagem”
6 setembro – 9 novembro | curadoria Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre
São apropriadas cópias em papel de obras de artistas emblemáticos, e colocadas em uma caixa com grilos. Elas sofrem a açnao desta convivência, que produz uma aparência temporal diversa, um “envelhecimento”.

Prêmio Aquisições Marcantonio Vilaça Funarte 2013
Prorrogada até 19 de outubro | curadoria Luiz Camillo Osorio
A coleção do MAM – por intermédio do Prêmio Marcantonio Vilaça, Funarte – receberá este ano obras de Guilherme Dable, Jimson Vilela, João Modé, Luiza Baldan, Carlos Belivacqua, Eduardo Coimbra, Ernesto Neto e Fábio Baroli apresentando um conjunto representativo de obras e artistas que fazem parte da história recente da arte brasileira, complementares à coleção.

“Museu Encantador”, mostra-performance de Rita Natálio e Joana Levi
Até 26 de outubro
O caráter colaborativo da instalação apresentada no MAM é montado a partir de doações artísticas vindas de 17 artistas brasileiros e portugueses. Chamados de doadores de encantos, artistas visuais, performers, pesquisadores e filósofos de ambos países foram convidados a realizar diálogos sobre noções pessoais de encantamento e história cultural, formando uma teia de encantos que ligam Brasil e Portugal.

Genealogias do Contemporâneo
Coleção Gilberto Chateaubriand MAM

exposição permanente | curadoria Luiz Camillo Osorio
Remodelada em abril de 2013 a exposição é dividida em: Brasil visões e vertigens, Cidade partida, Corpos híbridos, Respirações geométricas e Mergulho na coleção: nesta edição é apresentado um conjunto de trabalhos de Arlindo Daibert.

MAM Sua história, seu patrimônio
exposição permanente | curadoria Elizabeth Catoia Varela
Mostra sobre história e a arquitetura do MAM.
Estão presentes, além da grande maquete do conjunto arquitetônico do Museu, materiais gráficos de diversas épocas.

Educação e arte | Eu, você e o MAM

Domingos às 15h
Acolhimento de público em geral para visitas ao acervo e às exposições temporárias e desenvolvimento de atividades artístico-educativas nos espaços internos e externos do museu. Livre

Visitas em grupo | agendamento atendimento@mamrio.org.br
Tera a sexta, 13h e 15h, grupos até 40 pessoas

Programa elaborado para o acolhimento de escolas, compreendendo visitas comentadas às exposições, atividades práticas de sensibilização e criação artística. Voltado para turmas de alunos, ONGs, grupos de educação especial e grupos que trabalhem com a inclusão social.

Quartas, sábados e domingos às 16h, grupos até 20 pessoas
Programa elaborado para grupos espontâneos de visitantes interessados em acompanhamento comentado às exposições do museu.

Conexões

Arte Core – Venha para o movimento
18 e 19 outubro | idealização Homegrown
Festival de arte urbana com música, oficinas (grafite e skate) e artistas de rua: Combone, Marina Zumi, Flip Yung, Atsuo Nakagawa, Fefe Talavera, Izolag, Bragga, Derlon Silva, Titi Freak, Santa Crew, Flavio Samelo, Onio, Ipek, Fleshbeck Crew, Rene Jr, Ronaldo Land, Dalmo, Ademar Luquinhas e Alex Carvalho.

Cinemateca

Ver e ser visto | 3 – 25 outubro
Juntamente com o curso homônimo, que investiga a dicotomia entre o olho e o olhar; apresentamos uma mostra de filmes que tem como tema o olhar, inclusive o tecnologicamente mediado no mundo contemporâneo.

Retrospectiva Cinesul | 17 – 19 outubro

Seleção de filmes exibidos no Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema nos últimos 20 anos entre homenagens, filmes premiados e exibições especiais.

Calendário

sáb 11
16h
Visitas em grupo
16h O olho mágico do amor de Ícaro Martins e José Antônio Garcia. Brasil, 1981. Com Tânia Alves, Carla Camurati, Arrigo Barnabé. 85’. Cópia em DVD. Adolescente de 17 anos descobre um orifício na parede do escritório que dá para um quarto de hotel e passa a vigiar a vida de uma prostituta.
18h A tortura do medo (Peeping Tom) de Michael Powell. Grã-Bretanha, 1960. Com Karlheinz Böhm, Anna Massey, Moira Shearer. Legendas em português. 101’. Cópia em DVD. Homem assassina mulheres usando câmera cinematográfica para filmar suas expressões de terror enquanto morrem.

dom 12
15h
Programa em família
16h Visitas em grupo
16h A Idade do ouro (L’age d’or) de Luis Buñuel. França, 1930. Com Gaston Modot, Lya Lys, Caridad de Laberdesque. Legendas em português. 60’. Cópia em DVD. Sessão seguida de debate. Fábula surrealista sobre um homem e uma mulher apaixonados que não conseguem ficar juntos por conta da família, igreja e sociedade burguesa.
18h Quero ser John Malkovich (Being John Malkovich) de Spike Jonze. EUA, 1999. Com John Cusack, Cameron Diaz, Catherine Keener. Legendas em português. 112’. Cópia em DVD. Homem encontra porta que leva até a mente do ator John Malkovich e aluga a passagem para outras pessoas, dentre elas o próprio John Malkovich.

qua 15
16h
Visitas em grupo

qui 16
18h30
Pré-estréia de Pariatá, Uru, Pitiá de Arnaldo di Pace. Argentina/Brasil, 2014. 30’. Mário constrói os próprios instrumentos musicais, que são verdadeiras esculturas sonoras, e os toca em rodas de choro e samba. Neurópolis – Orquestra dos músicos das ruas de São Paulo de Joana Cancio e Lucas Gervilla. Brasil, 2006. 25’. Lívio Tragtenberg reúne músicos anônimos na cidade de São Paulo.

sex 17
18h30
Fiestapatria de Luis R. Vera. Chile, 2007. Com Adela Secall, Nelson Brodt, Marcela Osorio. Legendas em português. 110’. Cópia em DVD. Duas famílias se reúnem em uma casa de campo para celebrar o dia nacional e o compromisso de casamento de seus filhos. 14 anos

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
O Museu estará fechado no dia 5 de outubro.
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Reabertura de “Mostra carioca: A impureza como mito” em Fortaleza

(Fortaleza, CE)

O MAM-Rio leva a exposição “Mostra Carioca” ao Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, em Belém, e ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza. “Mostra Carioca: a impureza como mito” tem curadoria de Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre e reúne obras emblemáticas de um conjunto de artistas brasileiros cuja produção vincula-se às especificidades da cena cultural do Rio de Janeiro dos anos 1960 até o presente.

Esta mostra não pretende “tematizar” o Rio, mas revelar o quanto a cidade foi e permanece sendo um espaço ao mesmo tempo caótico e criativo que alimentou uma vontade de arte que combina improvisação e rigor.

Do final do modernismo, passando pelo concretismo, pelo neoconcretismo, pela pop e pelo conceitualismo, e chegando ao momento contemporâneo, uma espécie de “espírito carioca” se deixou insinuar.

Este “espírito” se bifurca, depois do advento da abstração, entre o gesto informal e a estrutura geométrica, a percepção de ritmos gráficos e simbólicos, que se deixam conduzir pelo lirismo interior, e uma via na qual o fazer do corpo (a mão do artista, o olhar do espectador) quer se desdobrar em uma espécie de pulsação do espírito.

A cidade está, obviamente, presente neste recorte. Muitas das imagens que aqui se apresentam dão a ver o espaço da sociabilidade carioca a contrapelo do clichê da “cidade maravilhosa”. Fazem-nos perceber a “Cidade Partida” de Zuenir Ventura, entre o morro e o asfalto, entre o gesto informal e a estrutura geométrica, onde atritos e afetos se complementam e as identidades permanecem em trânsito.

Desta forma, os trabalhos foram escolhidos pela sua capacidade de propor imagens reconfiguradas do Rio de Janeiro e da sua vida urbana enquanto espaço de experiência cultural. Artistas reconhecidos tais como Lygia Clark, Helio Oiticica, Iole Freitas, Raymundo Colares, Antonio Dias, e artistas de uma geração mais nova tais como Adriana Varejão, José Damasceno, Gustavo Speridião, Cabelo, Paula Trope, Marcos Cardoso, entre tantos outros.

Mostra carioca: “A impureza como mito”, com Gustavo Speridião
Curadoria de Luiz Camillo Osorio e Marta Mestre
Em cartaz até 30 de novembro

Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
Rua Dragão do Mar, 81
Praia de Iracema
(85) 3488-8600

“MAM: Sua história, Seu patrimônio” | Mostra permanente

(Rio de Janeiro, RJ)

“MAM – Sua história, Seu patrimônio” é uma das mostras permanentes oferecidas pela instituição ao público, de modo a tornar conhecida o contexto do projeto arquitetônico do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, além de fotografias e uma coleção de catálogos, convites e folders, formando uma grande linha do tempo.

Ainda parte das comemorações de 65 anos do Museu de Arte Moderna, a exposição “MAM: Sua história, Seu patrimônio” foi aberta no dia 6 de abril de 2013. A mostra, permanente, está montada no hall do Bloco Escola, ao lado da cinemateca, do Bar MAM e da loja Novo Desenho.

Segundo a curadora e responsável pelo departamento de pesquisa e documentação do museu, Elizabeth Catoia Varela, a escolha de montar a exposição num local diferente tem por objetivo mostrar que “o MAM Rio é mais que um local no qual o visitante vem fruir obras de arte”. “Aqui, antes mesmo de se apreciar a coleção do Museu, se tem contato também com o conjunto arquitetônico projetado por Affonso Eduardo Reidy – um dos ícones da arquitetura moderna brasileira –, os jardins de Burle Marx, em consonância com o próprio Aterro do Flamengo, e com a paisagem carioca”, acredita.

Para montar “MAM: Sua História, Seu Patrimônio”, foi criada uma maquete que possibilita melhor entender o projeto arquitetônico que deu origem ao museu. Além disso, estão expostos catálogos, convites, folders e fotos de momentos de destaque em sua história, formando uma grande linha do tempo graças a cerca de 100 documentos diferentes. “Mostrar sua história através de sua produção documental reforça além dos fatos, a identidade gráfica do Museu e seu desenvolvimento”, diz a curadora. Haverá, por fim, um vídeo comemorativo.

A mostra teve o cuidado de contextualizar as muitas fases pelas quais o museu passou, unindo, por exemplo, uma galeria dos presidentes do Brasil à história do MAM. Dessa maneira, é possível criar um panorama mais amplo, trazendo à tona “fatos importantes tanto para o Museu quanto para a História da Arte e do Cinema no Brasil”, conclui Elizabeth.
*fonte: http://www.cultura.rj.gov.br/

“MAM – Sua história, Seu patrimônio”
Mostra permanente
Curadoria de Elizabeth Catoia Varela (pesquisa e documentação)

Museu de Arte Moderna Rio de Janeiro
Av Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo 20021-140 Rio de Janeiro RJ Brasil.
T +55 (21) 3883 5600
www.mamrio.org.br facebook/museudeartemodernarj
twitter/mam_rio

Horários (inverno: 07 jun – 28 set)
ter – sex 12h – 18h | sáb, dom e feriados 11h – 18h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

Ingressos
Exposições R$12,00 (inclui uma sessão gratuita na cinemateca válida no dia da emissão do ingresso).
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$6,00. Domingos ingresso família até 5 pessoas R$12,00.
Cinemateca R$6,00
Maiores de 60 anos e estudantes maiores de 12 anos R$3,00. GRATUIDADES Amigos do l, crianças até 12 anos e funcionários das empresas mantenedoras e parceiras (mediante apresentação de crachá, com direito a um acompanhante) e quartas após às 15h.

Como chegar Referência: O Museu de Arte Moderna está localizado entre o Monumento aos Pracinhas e o Aeroporto Santos Dumont

Ônibus (linhas e pontos)
Da Zona Sul >> Via Parque do Flamengo: 472 (Leme), 438(Leblon),154 (Ipanema), 401 (Flamengo), 422 (Cosme Velho). Ponto na Avenida Beira Mar em frente à passarela.
Via Aterro: 121, 125 e 127 (Copacabana). Ponto na Avenida Presidente Antônio Carlos em frente ao Consulado da França.
Da Zona Norte >> 422 (Tijuca), 472 (São Cristóvão), 438 (Vila Isabel),401 (Rio Comprido). Ponto na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Da Zona Oeste >> Frescão Taquara-Castelo (via Zona Sul). Ponto mais próximo localiza-se na Avenida Presidente Wilson, em frente à Academia Brasileira de Letras.
Metrô: Estação Cinelândia

Acesso a deficientes Cadeiras de rodas, rampas de acesso até os salões de exposição, elevadores e sanitários especiais.

Estacionamento Pago no local 7h – 22h

Para mais informações acesse http://mamrio.org.br.

Em cartaz | “Genealogias do Contemporâneo”, mostra permanente no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ)

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro apresenta exposição permanente “Genealogias do Contemporâneo” – Coleções Gilberto Chateaubriand, com curadoria de Luiz Camillo Osorio (conselheiro do PIPA).

A mostra, segundo o curador:
“Genealogias do Contemporâneo – Coleção Gilberto Chateaubriand” é uma exposição panorâmica que reúne artistas fundamentais da arte brasileira entre os anos 1920 e 1970. Faltam nomes importantes que não couberam no recorte estabelecido. Toda curadoria é uma escolha subjetiva pautada em hipóteses objetivas. As obras são agrupadas tendo em vista o valor intrínseco de cada uma delas e as ideias que determinadas relações permitem discutir.

Dividimos a exposição em quatro núcleos que põem em evidência questões que atravessam o imaginário poético moderno e contemporâneo, a partir do contexto cultural específico em que as obras foram produzidas. São elas: Brasil: visões e vertigens; Cidades partidas: conflitos e afetos; Corpos híbridos: identidades em trânsito e Respirações geométricas.

Não se pretende com isso “tematizar” as obras, mas perceber como elas enfrentam e abrem perspectivas originais de compreensão do mundo atual. O local e o global alimentam-se de desafios e inquietações comuns. Artistas e obras podem participar simultaneamente de vários núcleos. Estas genealogias do contemporâneo querem também mostrar as raízes modernas do presente e o quanto ele é múltiplo, inacabado e crítico.

Uma última seção, separada do todo, propõe um mergulho na coleção, para daí destacar um artista, uma fase ou um problema da arte brasileira. Nesta primeira prospecção, trouxemos à luz Roberto Magalhães e sua surpreendente produção gráfica entre os anos 1963 e 1967, tendo em vista a contundência política de sua linha raivosa e delirante.

“Genealogias do Contemporâneo” se divide em:
Brasil: Visões e Vertigens
A procura pelo Brasil e o desespero da sua não-identidade acompanharam, desde o modernismo, a gesto poético de parte significativa da arte brasileira.
Cidade Partida: conflitos e afetos
A crônica visual de uma sociabilidade na qual o atrito e o afeto se complementam.

Corpos Híbridos: identidades em trânsito
O corpo como campo de batalha de uma subjetividade desejante e desencontrada.

Respirações Geométricas
O legado concreto e neoconcreto na afirmação de uma modernidade singular no Brasil.

Mergulho na Coleção
Espaço destinado a artista com obra destacada na coleção, para uma mostra com recortes variáveis. Na primeira edição apresentamos uma seleção de trabalhos de Roberto Magalhães, a edição atual apresenta trabalhos de Claudio Paiva.

“Genealogias do Contemporâneo”
Mostra de longa duração.

Horários de funcionamento:

De terça à sexta: das 12h, às 18hs
Sábados, domingos e feriados: das 12h às 19h.

Ingressos:
Inteira – R$8,00

Estudantes maiores de 12 anos – R$4,00

Maiores de 60 anos – R$4,00

Amigos do MAM – grátis

Crianças até 12 anos – grátis

Ingresso família (somente aos domingos) para até 5 pessoas – R$8,00

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

Av. Infante Don Henrique, 85
Parque do Flamengo
Rio de Janeiro – RJ

Tel: (+5521) 2240-4944