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Retrospectiva de Rogério Duarte segue em cartaz no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) “Rogério Duarte é uma personalidade histórica para a cultura brasileira, seja por suas edificantes obras gráficas e influência conceitual sobre o movimento da Tropicália, Cinema Novo e toda a cultura considerada ‘underground’ dos anos 1960 e 1970. Mas, para muitos, ele também é considerado um mito, um gênio”, afirma Diogo Duarte, filho do artista.

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Individual de Iole de Freitas em cartaz no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) A mostra “O peso de cada um” representa uma guinada na obra que Iole de Freitas vinha desenvolvendo até o início de 2014. Às placas de policarbonato anteriores a artista substitui lâminas de aço inoxidável, cuja resistência é maior e a maleabilidade, difícil, exigindo torções mais intensas e cálculos cirúrgicos de engenharia. Veja a programação do MAM-Rio, que tem sete exposições em cartaz.

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MAM-Rio realiza mostra retrospectiva de Rogério Duarte

(Rio de Janeiro, RJ) “Desde meados da década de 1960, por suas parcerias definitivas em momentos cruciais das carreiras de Glauber, Oiticica e os tropicalistas, a trajetória de Rogério Duarte vem sendo protagonista em nossa história e, ao mesmo tempo, menos valorizada do que deveria. Indo muito além da experimentação marginal dos anos 1960, o design, a inteligência visual e o vigor plástico de sua obra são uma contribuição definitiva para a história da arte no Brasil”, afirma Luiz Camillo Osorio, curador do MAM-Rio e da exposição “Marginália 1″.

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MAM-Rio | Lançamento do catálogo e conversa sobre “Lugares onde nunca estive”

(Rio de Janeiro, RJ) “Lugares onde nunca estive” de Claudia Melli é sua primeira mostra individual de caráter mais institucional, apesar de já estar representada em várias coleções e ter participado de muitas exposições coletivas. Ela traz para o MAM uma série de trabalhos que lidam com a ausência e com lugares de passagem, com a constituição/construção de ambientes estranhos, desabitados, esvaziados de temporalidade.

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Abertura | “O peso de cada um”, de Iole de Freitas, no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) “A exposição “O peso de cada um” representa uma guinada na obra que Iole de Freitas vinha desenvolvendo até o início de 2014. Às placas de policarbonato anteriores a artista substitui lâminas de aço inoxidável, cuja resistência é maior e a maleabilidade, difícil, exigindo torções mais intensas e cálculos cirúrgicos de engenharia, justo em função da rigidez e do peso do material.”

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Em cartaz | “Temporama”, exposição de Dominique Gonzales-Foerster no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) É como um retrato cronotrópico de uma jovem artista, mas também uma celebração fértil da beleza/simplicidade perdidas do início, e do clima experimental ainda intenso e ressonante do século XX. Cerca de 15 obras do início de carreira são redescobertas como se fosse a primeira vez por meio das cores alternantes, da máquina do tempo de “Temporama” e dos olhos de Dominique Gonzalez-Foerster como Marilyn, perdida na piscina do tempo.

Em cartaz | Mostra de Claudia Melli com curadoria de Luiz Camillo Osorio

(Rio de Janeiro, RJ) “‘Lugares onde nunca estive’ de Claudia Melli é sua primeira mostra individual de caráter mais institucional, apesar de já estar representada em várias coleções e ter participado de muitas exposições coletivas. Ela traz para o MAM uma série de trabalhos que lidam com a ausência e com lugares de passagem, com a constituição/construção de ambientes estranhos, desabitados, esvaziados de temporalidade”, diz o curador Luiz Camillo Osorio sobre a exposição.

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Mostra de Iole de Freitas com obras inéditas acontecerá simultaneamente com exposição no MAM-Rio

(Rio de Janeiro, RJ) A artista, que trabalha sempre com a relação entre espaço e arquitetura, desta vez inaugura um novo momento em sua obra. No lugar das torções em estruturas de policarbonato, agora são as chapas de aço, um material bem mais resistente e sem cor, que propõe um novo desafio ao raciocínio do trabalho. Questões como reflexo e opacidade ganham um novo sentido nas esculturas em aço.

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