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Últimos dias | Mostra coletiva “Ficções” mergulha no universo das narrativas contemporâneas

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição assinala a pluralidade da arte brasileira. Além de apostar na força da cena carioca, a mostra reúne obras de artistas de outras cidades e, também, de alguns que moram há muito tempo no Rio. “Recursos narrativos como a alegoria são muito importantes quando o assunto é arte brasileira. Esta é uma mostra formada a partir das encruzilhadas entre a arte contemporânea e a literatura, o cinema, o teatro e a música, entre outras linguagens. Em nenhum momento estamos ilustrando o livro de contos”, afirma Daniela Name.

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Encruzilhadas entre a arte contemporânea e outras linguagens marcam a coletiva “Ficções”

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição assinala a pluralidade da arte brasileira. Além de apostar na força da cena carioca, a mostra reúne obras de artistas de outras cidades e, também, de alguns que moram há muito tempo no Rio. “Recursos narrativos como a alegoria são muito importantes quando o assunto é arte brasileira. Esta é uma mostra formada a partir das encruzilhadas entre a arte contemporânea e a literatura, o cinema, o teatro e a música, entre outras linguagens. Em nenhum momento estamos ilustrando o livro de contos”, afirma Daniela Name.

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Exposição “Ficções” observa a pluralidade da arte brasileira através de suas narrativas

(Rio de Janeiro, RJ) “Ficções” propõe ao espectador uma viagem pela narrativa por meio das obras dos artistas. “Recursos narrativos como a alegoria são muito importantes quando o assunto é arte brasileira. Esta é uma mostra formada a partir das encruzilhadas entre a arte contemporânea e a literatura, o cinema, o teatro e a música, entre outras linguagens. Em nenhum momento estamos ilustrando o livro de contos”, afirma a curadora Daniela Name.

“Ficções”, coletiva com participações de Ana Miguel, Ayrson Heráclito, Daniel Lannes, José Rufino, Lia Chaia, Lourival Cuquinha, Marcelo Moscheta, Marilá Dardot, Marcone Moreira, Mayana Redin, Nazareno, Nino Cais, Pedro Varela, Raquel Stolf, Reginaldo Pereira, Rosana Ricalde e Virginia de Medeiros

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição assinala a pluralidade da arte brasileira. Além de apostar na força da cena carioca, a mostra reúne obras de artistas de outras cidades e, também, de alguns que moram há muito tempo no Rio. “Recursos narrativos como a alegoria são muito importantes quando o assunto é arte brasileira. Esta é uma mostra formada a partir das encruzilhadas entre a arte contemporânea e a literatura, o cinema, o teatro e a música, entre outras linguagens. Em nenhum momento estamos ilustrando o livro de contos”, afirma Daniela Name.

Abertura | “Ficções”, mostra que mergulha em narrativas contemporâneas

(Rio de Janeiro, RJ) A exposição assinala a pluralidade da arte brasileira. Além de apostar na força da cena carioca, a mostra reúne obras de artistas de outras cidades e, também, de alguns que moram há muito tempo no Rio. “Recursos narrativos como a alegoria são muito importantes quando o assunto é arte brasileira. Esta é uma mostra formada a partir das encruzilhadas entre a arte contemporânea e a literatura, o cinema, o teatro e a música, entre outras linguagens. ”, afirma a curadora da mostra, Daniela Name.

“Da Escrita, Delas, Elas” reúne artistas cujos trabalhos utilizam a escrita

(Rio de Janeiro, RJ) Projeto propõe o acompanhamento e mapeamento de “escritas” (vozes, falas) que possibilitem traçar perfis de profissionais brasileiras de arte e de cultura. Identificando poéticas, criando um lugar de troca e de visibilidade de processos criativos, de agenciamentos culturais que priorizem a produção escrita relacionada às artes visuais. Ana Miguel, Daniela Mattos, Gabriela Noujaim, Joana Cesar, Raïssa de Goes e Rosana Ricalde são algumas das artistas participantes, cuja utilização da escrita é um denominador comum que as agrega; seja como meio de expressão principal, seja como matéria, objeto e/ou suporte para trabalhos em artes visuais.

Em cartaz | “Da Escrita, Delas, Elas”, com Ana Miguel, Daniela Mattos, Gabriela Noujaim, Joana Cesar, Raïssa de Goes e Rosana Ricalde

(Rio de Janeiro, RJ) Projeto propõe o acompanhamento e mapeamento de “escritas” (vozes, falas) que possibilitem traçar perfis de profissionais brasileiras de arte e de cultura. Identificando poéticas, criando um lugar de troca e de visibilidade de processos criativos, de agenciamentos culturais que priorizem a produção escrita relacionada às artes visuais. Ana Miguel, Daniela Mattos, Gabriela Noujaim, Joana Cesar, Raïssa de Goes e Rosana Ricalde são algumas das artistas participantes, cuja utilização da escrita é um denominador comum que as agrega; seja como meio de expressão principal, seja como matéria, objeto e/ou suporte para trabalhos em artes visuais.

Hoje | “Ambiguidades” – visitação e conversa com artistas e curador

(Rio de Janeiro, RJ) Alexandre Dacosta, André Sheik, Bob N, Eduardo Mariz, Felipe Barbosa,Greice Rosa, Julio Castro, Leonardo Ramadinha, Lia do Rio, Marcio Zardo, Marco Antonio Portela, Mirela Luz, Osvaldo Carvalho, Patricia Gouvêa, Raimundo Rodriguez, Rogério Reis, Rosana Ricalde, Suely Farhi e Xico Chaves integram a mostra, que reúne artistas que, de alguma forma, utilizam a ambiguidade como valor fundamental na construção do seu discurso, frequentemente valorizando os ideais de informalidade, do acaso, da fragmentação, da descontinuidade, do inacabado, e da indeterminação dos resultados. “Ambiguidades” tem curadoria de Marcio Zardo

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