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Luciano Zanette apresenta esculturas na individual “Objetos/Oblíquos”

(Osasco, SP) As esculturas apresentadas são propostas pelo artista como referências às tipologias do mobiliário cotidiano, atravessadas conceitualmente por questões indicativas de modos de uso e eficiência, hábitos culturais brasileiros, ações de descanso e trabalho, relações e confrontamentos, assim como interdições da aparente funcionalidade usual dos objetos projetados para o uso corporal.

Mostra institucional do coletivo O Grivo

(São Paulo, SP) Com engenhocas bem‑humoradas e aparentemente precárias, O Grivo pertence ao seleto grupo de artistas sonoro‑ visuais brasileiros, como o coletivo Chelpa Ferro ou Paulo Nenflidio, bem inseridos no contexto das artes plásticas e cujas obras incluem o uso de aparatos inusitados. Diferentemente desses, porém, graças, em parte, à formação musical de seus integrantes, as obras d’O Grivo priorizam a sonoridade.






Últimos dias | Projeto Parede: Wagner Malta Tavares – “Círios”

(São Paulo, SP) O trabalho consiste numa espécie de régua confeccionada com faixas de fita adesiva eletrificada ao longo de 15 metros da parede do corredor. Distantes um metro umas das outras, lâmpadas incandescentes respondem à presença ou ausência de pessoas. Ao detectar a passagem do visitante, um sensor de movimento acende todas as luzes do corredor e, à medida que alguém passa por sua extensão, sensores individuais apagam cada uma das lâmpadas, criando uma linha do tempo que evidencia o que já foi vivido e o que virá pela frente.






Projeto Parede apresenta “Círios”, instalação de Wagner Malta Tavares

(São Paulo, SP) Para o primeiro Projeto Parede de 2015, o MAM-SP convidou o artista Wagner Malta Tavares – WMT, que concebeu especialmente para ocupar o corredor de acesso entre o saguão de entrada e a Grande Sala, a obra “Círios”, elaborada pelo artista a partir da leitura do poema homônimo de Konstantínos Kaváfis, poeta grego. O trabalho consiste numa espécie de régua confeccionada com faixas de fita adesiva eletrificada ao longo de 15 metros da parede do corredor.






Vivian Caccuri apresenta trabalhos inéditos em “Condomínio”

(São Paulo, SP) “Condomínio” é um desdobramento da pesquisa do trabalho “Caminhada Silenciosa”. Enquanto a artista pesquisa os locais para a deriva em silêncio, encontra pessoas, objetos e situações que tornam-se cumulativamente elementos para projetos como os dessa exposição. Vivian Caccuri mostra quatro diferentes séries de trabalhos inéditos, fazendo uso da tecnologia – muitas vezes cerceada – entre espaço público e espaço privado.






Últimos dias | “Do Objeto para o Mundo – Coleção Inhotim”

(São Paulo, SP) “Do Objeto para o Mundo” é a primeira exposição itinerante da Coleção Inhotim e reúne obras de 29 artistas de diversas gerações e partes do mundo, como Cinthia Marcelle, Daniel Steegmann Mangrané, Marcellvs L. e Marcius Galan. As obras apresentadas na exposição propõem uma entre muitas possíveis antologias do acervo. No 1º piso, a mostra se subdivide em salas que examinam quatro momentos de formação da arte contemporânea: o neoconcretismo brasileiro, a produção dos anos 1960, o grupo japonês de vanguarda Gutai e as práticas de acionismo e de performance dos anos 1970.






Amanhã | Finissage de “Akakor”, coletiva com Felipe Cohen e Marcius Galan

(São Paulo, SP) Felipe Cohen e Marcius Galan integram a mostra “Akakor”, que segue em seus últimos dias. O título da exposição refere-se a uma cidade subterrânea situada em algum lugar da Amazônia onde, reza a lenda, uma antiga civilização viveu e prosperou há milhares de anos atrás. O curioso é que tudo o que sabemos sobre tal cidade é através do relato de uma única pessoa, chamada Tatunca Nara: um alemão radicado no Brasil e auto proclamado príncipe de Akakor. Sua história é envolta em mistérios, mortes e mitos. Akakor é uma exposição que reúne atos de charlatanismo no meio artístico. As curadoras estão interessadas em métodos através dos quais artistas enganaram, iludiram, traíram e enrolaram seu público, usando tais estratégias ora na forma, ora no conteúdo de seus trabalhos – e, muitas vezes, em ambos.






Últimos dias | “Eu quero ver”, individual de Ivan Grilo

(São Paulo, SP) “Eu quero ver” é o cruzamento de duas pesquisas aparentemente distintas feitas por Ivan Grilo, porém unificadas por um ponto em comum: a busca pela necessidade narrativa do homem brasileiro, nesse caso em especial na região nordeste. O titulo da exposição surge parcialmente do uso de camadas e visibilidades presente na obra do artista, e também faz alusão à uma canção de 1974 de Jorge Ben, que diz “Eu quero ver quando Zumbi chegar, o que vai acontecer”. Segundo o artista, “a exposição faz referência [e reverência] a ícones da historia brasileira como Zumbi dos Palmares e Antônio Conselheiro. Há trabalhos que fazem menção à exposição Civilização do Nordeste, montada em Roma em 1965, com curadoria de Lina Bo Bardi, porém nunca aberta ao público em função da censura realizada pela ditadura militar brasileira através de suas embaixadas.”






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